Os anos 80 e a new wave continuam inspirando a moda atual, o que significa status para o vinil. O material brilhante, tão característico da época, volta a ser protagonista nos detalhes e nos acessórios. Nesta coleção, Margarete Aurélio escolheu cores rebaixadas e coordenadas e estampou todas as bolsas à la Andy Warhol com ícones das artes — Marlon Brando, Andrey Hapburn, Elvis Presley e Frida Khalo. As serigrafias foram feitas manualmente pelo artista plástico paraibano Dyógenes Chaves. As maxibolsas de vinil (47 x 40 + 24 cm alça) são peças únicas e exclusivas. Todas estão à venda na LOJA VIRTUAL Babel das Artes.
O caso da estudante Geisy Villa Nova Arruda, de 20 anos, que foi atacada pelos colegas e depois expulsa pela Universidade Bandeirante (Uniban) por estar de saia curta repercute até na imprensa internacional (veja matéria no The New York Times).
Importante é que a sociedade civil e órgãos competentes estão questionando a decisão da universidade. Além de alguns sites estarem realizando abaixo-assinado contra a atitude, a União Nacional dos Estudantes (UNE) organiza manifestações também contrárias à decisão. Já a Fundação Procon-SP instaurou um procedimento administrativo para averiguar a conduta da Uniban por quebra de contrato unilateral.
A Associação dos Professores da PUC-SP, a APROPUC, também tornou público o repúdio à “atitude autoritária” da direção e exige retratação da instituição. A OAB divulgou nota nesta segunda-feira (9/11) repudiando a decisão da Uniban em expulsar a estudante, qualificando a atitude como “forma de intolerância”. Até a Força Sindical se manifestou sobre a expulsão da aluna por meio da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres. Em comunicado, a entidade repudiou “o comportamento intolerante e preconceituoso dos estudantes e da diretoria da Uniban para com a estudante”. Agora, o Ministério Público Federal de São Paulo anunciou que instaurou um inquérito civil público para apurar se a aluna teve o direito de defesa respeitado.
Hoje descobrimos um vídeo interessante sobre o comportamento violento dos jovens da Uniban. “A verdade é que a modernidade no Brasil sofre de um mal-entendido. Jovens acham que modernidade é ter um MP3 no ouvido (…) a verdade é que o preconceito contra as mulheres está arraigado na sociedade brasileira e nunca foi superado (…) o episódio é o advento de uma geração reacionária, atrasada e que carrega as forças do arcaico para dentro do século XXI”.
Lançamento: "rosas negras": preto é a nova cor para brincos feitos com escamas de peixe
Todos os brincos, incluindo este cor-de-rosa têm pinos de metal
Pétalas de rosa amarela são produzidas com escamas de peixe
A coleção de bijuterias de escamas de peixe da designer Cleide Cunha, sucesso de vendas na Babel das Artes, agora estão disponíveis também na loja virtual. Os brincos de escamas de peixe são lindos e se adaptam a qualquer ocasião. Podem ser usados na praia, na piscina, mas também são acessórios que podem acompanhar vestidos esvoaçantes em tardes ensolaradas, casar perfeitamente com um taller sóbrio em uma reunião social e, claro, acompanhar você em jantares informais em noites com amigos. Uma gota de perfume e voilá — desfile suas rosas artesanais por aí.
Os acessórios feitos com escamas de peixe são produtos ecossociais produzidos por uma associação de mulheres. As escamas são provenientes de peixes sem restrição de pesca pelo Ibama e são tingidas com corantes naturais.
Foto da matéria "Os Gays do Cangaço", na revista Época
A revista Época em “Os Gays do Cangaço” destacou a polêmica gerada pela primeira Parada Gay em Serra Talhada, no sertão pernambucano, a 415 km de Recife. O evento, organizado pelo grupo Cangagay, contou com dez homossexuais vestidos de roupas de couro e armas cor-de-rosa, no estilo “seguidores de Lampião”.
Como um vereador apresentou projeto tornando os trajes de cangaceiros um símbolo oficial de Serra Talhada, considerou o uso como pejorativo. Se aprovado (será votado amanhã, dia 9) o risco é de proibição do uso do traje no próximo evento.
Almir Surui usa internet para denunciar desmatamento
Almir Surui, da tribo Pater Surui, descobriu pelo Google Earth que as árvores da reserva 7 de Setembro da qual é líder — 250 mil hectares entre Rondônia e Mato Grosso — tinham desaparecido. Segundo reportagem do Link, o cacique resolveu se articular com a ONG Equipe de Conservação da Amazônia (ACT) e foi para São Francisco, nos EUA, a procuraria do Google. Seu objetivo era conseguir apoio do buscador para denunciar o descaso do poder público com a preservação das terras indígenas e da Amazônia.
Com a parceria com o Google Earth Outreach, a divisão filantrópica da companhia, os surui receberam equipamentos para que eles mesmos possam identificar um foco de retirada ilegal de madeira na região. Os índios também fazem vídeos e disponiblizam no Youtube.
O caso já tem até documentário: Trocando Arcos e Flechas por Laptops produzido por Denise Zmekhol. A cineasta revela a transição radical de uma tribo que saiu “da idade da pedra ao mundo digital em 40 anos” – já que o primeiro contato dos Surui com o homem branco foi 1969.
O que é o melhor do Brasil para os turistas estrangeiros? Segundo a pesquisa “Perfil do Turista Estrangeiro e Imagem do Brasil”, além do povo brasileiro, citado por 45% dos entrevistados, as belezas naturais/natureza (23%), praias/mar (18%), sol/clima tropical (com 14%) e diversidade (9%) são o melhor do Brasil, na opinião dos 2.405 entrevistados de 27 países.
Novidades da pesquisa – o estereótipo da mulata parece ter saído da cabeça dos turistas: quando questionados sobre a imagem que têm do povo brasileiro, a alusão às mulheres não chegou a 1%, enquanto 25% se referiram à alegria/felicidade do nosso povo e 18% ao jeito amigável, e outros 18% à simpatia. O presidente Lula, Pelé e Ronaldo são, nesta ordem, as personalidades mais lembradas nas citações estimuladas dos entrevistados. Pela primeira vez, Pelé ficou em segundo lugar. E, quando perguntados sobre qual seria o símbolo do País, os estrangeiros surpreenderam: o mais citado foi bandeira brasileira (24%). Em seguida, estão Cristo Redentor (17%), futebol (7%) e Corcovado/Pão de Açúcar (6%).
O Rio de Janeiro é a cidade mais lembrada (45%) seguida de São Paulo (16%), Salvador (5%), Florianópolis (3%) e Fortaleza (3%). Quando o assunto é comida, feijoada (20%), churrasco (16%), o feijão com arroz (9%) e carnes (9%) são os mais citados pelos entrevistados.
Outros resultados revelados pela pesquisa — Belezas naturais lembradas: praias (28%), florestas (18%), Rio de Janeiro (16%) e Foz do Iguaçu (7%). Música/dança: samba (46%), MPB e forró (9%) e bossa nova (7%). Esporte: futebol (85%)
O que não agrada os turistas — Violência/Criminalidade/Assaltos (22%), Pobreza (18%), Falta de segurança/Falta de polícia (15%), Trânsito/Falta de sinalização (11%) e Custos elevados (7%).
Os resultados da pesquisa, aliados a outros estudos e investigações nacionais e internacionais, servem de base para a elaboração de estratégias, por parte da Embratur, para a promoção do turismo brasileiro no exterior. Pesquisa finalizada em agosto de 2009 | Realização – Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo)/Zaytec.
De 9 a 13 de novembro, o campus da Universidade Federal do Ceará – UFC será palco do II Festival UFC de Cultura.
Desta vez, a homenagem será para o poeta cearense Patativa do Assaré, que será lembrado em uma mostra no Museu de Arte da UFC (MAUC) com fotografias de Tiago Santana, xilogravuras de João Pedro e curadoria e textos do diretor do MAUC, Pedro Eymar Barbosa.
No festival será lançado o livro “100 anos de Patativa”, uma coletânea de artigos acadêmicos sobre a vida e a obra do mais importante poeta popular do Ceará.
Com o tema “Ecos Nordeste, Cultura e Desenvolvimento”, o evento vai trazer, durante os cinco dias de realização, muita música, cinema, literatura, fotografia, artes plásticas, teatro e artesanato – do popular ao erudito. Aberto ao público, a intenção do festival é mostrar a riqueza da cultura popular e também da arte contemporânea cearense.
O broche artesanal agrega flor de crochê, fuxicos e frutas de tecido elaborados com tecido de vários padrões e texturas. A produção é de uma associação de 65 mulheres que tem à frente a designer Dadá. O broche tem aproximadamente 10 larg x 16 alt. Ideal para customizar roupas e bolsas. À venda na Loja Virtual Babel das Artes. Clique aqui para ver preço e outras opções de broches artesanais.
Com muita inspiração, paciência e uma câmera, o fotógrafo inglês Richard Heeks criou uma série de imagens de bolhas de sabão. A longa sequência demorou cerca de um mês para ser feita. Confira na galeria do fotógrafo no Flickr. Genial!
Pois é, voltou o tempo em que o cinema era barato. Pelo menos no próximo dia 9 de novembro, segunda-feira, terá um precinho mais camarada e inclusivo. Neste dia o Cinemark realizará a 10ª edição do Projeta Brasil, no qual teremos um dia inteiro com os melhores filmes nacionais em todos os cinemas da rede por apenas R$ 2,00 o ingresso. Atitude louvável, pena que é só de vez em quando. Poderia ser pelo menos uma vez por semana…
Toda a renda será revertida para projetos ligados à indústria cinematográfica brasileira, como premiação de curtas-metragem, apoio a festivais, restauração de cópias, realização de campanhas e outros.