Arquivo do mês: janeiro 2009

Cultura brasileira inspira (de novo) moda Cavalera

cariricavaleraPoucos anos atrás, a marca Cavalera foi buscar no Cariri Paraibano a renda renascença para a passarela do São Paulo Fashion Week (esq.). Agora é a vez do tradicional Festival Folclórico de Parintins, na Amazônia. A equipe de criação se baseou nas cores dos bois-bumbás rivais – o azul do Caprichoso e o vermelho do Garantido – e somou a elas estampas que remetem aos animais da floresta, principalmente a onça pintada.

A passarela foi dividida em vermelho e azul. No encerramento os dois “bois” se apresentaram em filas distintas. O Caprichoso trouxe a turma da moda azul, enquanto o vermelho do Garantido surgiu na fileira puxada por outra modelo, que estava com um vestido rendado.

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Fontes:

Terra

Fashion Bubbles

Dando um rolê no Mercado de Artesanato

marianaAs paulistanas Regina (à esq.) e Mariana vieram passear no Mercado de Artesanato. Na Babel das Artes conversamos e instigamos as “mina” a conhecer Cabaceiras, no Cariri paraibano. Demos dicas e incentivo porque mesmo longe de João Pessoa (cerca de 200 km), a empreitada vale a pena. Elas pareceram entusiasmadas.

Agora queremos saber: vocês foram? Se sim, mande fotos pra gente publicar, ok?

(babeldasartes@gmail.com)

Mostra em Belém/PA discute Patrimônio Cultural Imaterial

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Lá da terra do Capim Dourado

karlaKarla é de Palmas, no Tocantins. Ela vive no único estado em que nasce o Capim Dourado. Entrou na loja quando constatou que estávamos alertando as pessoas sobre os cortes irregulares e o furto do precioso vegetal.

O Capim Dourado só pode ser cortado de setembro a dezembro. Como ela mesma confirmou, ele corre o risco de extinção porque não há vigilância. Só mesmo a associação — de onde compramos — é controlada. Isso justifica porque os preços são mais altos. O custo é maior porque o objetivo é manter os trabalhadores no campo mesmo na entresafra. Só assim eles poderão se manter e preservar a espécie. É isso que chamamos de sustentabilidade, afinal, pra onde vai e do que vai viver este povo se o Capim Dourado acabar?

Tá dado o recado: se encontrar objetos de Capim Dourado muito barato, desconfie. Pode ser falsificado (sim, já existe o capim pirata) ou ser objeto de furto. Peça sempre o certificado da Associação.

Não é verdade, Karla?

Cliente aprova e indica peças artesanais

laisaA paraibana Laise é estudante de Arquitetura e Urbanismo. Veio conferir as novidades do Mercado de Artesanato junto com a mãe Beth.

Ela adorou a carteira de As Cabritas de Boa Vista/PB, feita com chita desfiada e trançada pelas mulheres da associação.

Também aprovou o design do pau de cabelo da coleção de acessórios de escamas de peixe de Cleide Cunha e que também são produzidas por uma associação de mulheres (em Recife/PE).

Pelas fotos ela bem que poderia ser modelo, não é verdade?

Passeio turístico no Mercado de Artesanato/PB

biancaGisele, Sandro, Bianca e Hugo vieram de Brasília/PB passar as férias em João Pessoa. De dia eles curtiram a praia. No final da tarde, um giro pelo Mercado de Artesanato em Tambaú para relaxar. Na Babel das Artes eles encontraram brincos para as meninas e… nada para os meninos. Tudo bem. Foi um brinco mandala com banho de prata para cada uma delas e uma reunião apressada para este clique. Obrigado, pessoal!

Criada a Rede Social do Bambu no Brasil

bambu1Recentemente foi criada a Rede Social do Bambu, um ponto de encontro de pessoas, comunidades, rede de informações e divulgação para todos os interessados no cultivo, no consumo consciente ou na utilização variada, profissional ou amadora. Em apenas 30 dias de existência, a Rede já congrega mais de 180 integrantes entre pesquisadores e professores com doutorado e mestrado no assunto, bem como profissionais com longa experiência, arquitetos, paisagistas e plantadores de bambu, além de músicos, artesãos e designers, inclusive de outros países como Colômbia, Equador, México, EUA e Inglaterra.

Foto: A bambuzeira

http://bamboo.ning.com

Babá Santana apresenta nova superstar

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A boneca de cabaça, papel machê e papietagem está em exposição no Salão de Artesanato Paraibano. Preço sob consulta. Envie e-mail para babeldasartes@gmail.com

As meninas de Brasília/DF

3clientesElaine veio com as filhas na Babel das Artes algumas vezes. Da primeira vez, Karol e a pequena Fernanda já garimparam bijoux de escamas de peixe da coleção de Cleide Cunha. Voltaram depois para levar mais para presentear a família e alguns amigos de Brasília, onde moram.

Na última vez, vieram se despedir. Fernanda e a irmã estavam vestidas de cor-de-rosa. Claro que a chiquinha e os brincos de escamas de peixe da Fernanda já faziam parte da produção. Confira na foto como elas estão lindas!

Nossa Amélie Poulian pratica consumo consciente

ameliepoulainQuanto Melissa entrou na Babel das Artes foi inevitável comentar sua semelhança  com a francesa Audrey Tautou, de “O Fabuloso Destino de Amélie Poulian”. No filme, a atriz é uma jovem engajada na realização de pequenos gestos a fim de ajudar e tornar mais felizes as pessoas ao seu redor. Assim, a paulistana Melissa, de férias em João Pessoa, também fez a sua parte. Comprou peças da coleção de escamas de peixe, produzidos por uma associação de mulheres capacitadas e orientadas pela designer Cleide Cunha, em Recife/PE.