Arquivo do mês: agosto 2009

MinC cria PAC para Cidades Históricas

Chapada Diamantina, na Bahia, será restaurada

Chapada Diamantina, na Bahia, será uma das cidades restauradas

Para tentar restaurar e conservar o que sobrou de patrimônio histórico no Brasil, o Ministério da Cultura vai lançar no dia 28 o Programa de Aceleração do Crescimento das Cidades Históricas. Abrigado sob o generoso guarda-chuva do PAC, o projeto deverá injetar R$ 150 milhões por ano em 124 cidades históricas, com obras de requalificação urbanística, infraestrutura urbana, financiamento para recuperação de imóveis privados, restauro de monumentos e promoções do patrimônio cultural.

Entre as cidades, estão as 27 capitais, municípios da Costa do Descobrimento, da Chapada Diamantina e da rota do ouro em Minas Gerais e em Goiás, 18 localidades na Bacia do Rio São Francisco, além das demais localidades tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Fonte: Claudia Amaral

Folclore: identidade cultural do Brasil

Hoje é o dia do Folclore! Em todas as partes do mundo, cada povo tem seu folclore, sua forma de manifestar suas crenças e costumes. O folclore se manifesta na arte, no artesanato, na literatura popular, nas danças regionais, no teatro, na música, na comida, nas festas populares como o carnaval, nos brinquedos e brincadeiras, nos provérbios, na medicina popular, nas crendices e superstições, mitos e lendas.

Luís da Câmara Cascudo, nascido em Natal, RN, foi o maior estudioso do folclore brasileiro. Sua obra é uma referência para se tratar do assunto. O folclore, em especial a partir do século 20, serviu de base para a produção da arte culta brasileira. Os exemplos estão presentes em todas as artes. O pintor ítalo-brasileiro Alfredo Volpi fez das bandeiras das festas juninas um elemento freqüente de seus quadros e gravuras. O compositor fluminense Villa-Lobos aproveitou-se de temas do folclore em sua obra musical.

Na literatura, Da mesma maneira, o paraibano Ariano Suassuna compôs uma ampla obra teatral baseada na tradição folclórica nordestina. Como exemplo, podem-se citar “O Auto da Compadecida” ou “A Pena e a Lei”, sem falar no monumental “Romance da Pedra do Reino”.

O Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular disponibiliza vários textos acadêmicos que tratam sobre o Folclore e Cultura Popular.

Ametista + fios de palha de buriti = colar lindo!

Fragmento de pedra dá charme ao colo

Ametista da Bahia com palha de buriti (4 fios) R$ 45

A ametista é a variedade mais apreciada do quartzo. Os seus cristais sempre crescem sobre uma base. Quando têm formato de pirâmides, a cor mais intensa predomina nas pontas dos cristais. Existem algumas variedades de ametista que podem apresentar faixas brancas de quarzo leitoso.

No Brasil, em 1928, no distrito de Brejinho das Ametistas, na cidade baiana de Caetité, foi encontrada uma pedra pesando mais de 90kg. A região ainda é uma das principais produtoras do mineral no Brasil. Até o século XVII a ametista foi a principal pedra preciosa do país. Até hoje é considerada a rainha das pedras, contudo, a descoberta de jazidas abundantes no Brasil fez com que se tornasse pedra preciosa de médio valor. (Wikipedia)

Ametista com palha de buriti (vários fios) R$ 52

Ametista da Bahia tem palha de buriti (vários fios) R$ 52 + frete

Peças únicas. Para saber o custo do frete, envie e-mail para babeldasartes@gmail.com

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Livro destaca influências de raças e de culturas na comida pernambucana

Livro ilustrado tem 200 receitas

Livro ilustrado tem 200 receitas

Foi lançado nesta semana o livro ”Civilização do Açúcar – História dos Sabores Pernambucanos’, da pesquisadora Maria Lectícia Cavalcanti. O livro é resultado da parceria entre a Fundação Gilberto Freyre (FGF) e o Sebrae e integra uma das ações realizadas no projeto Roteiro Integrado da Civilização do Açúcar.

A obra traz mais de 200 receitas, que vão de entradas a sobremesas. O livro destaca as influências que o índio, o português e o africano deixaram no preparo desses alimentos.

‘Civilização do Açúcar – História e Sabores Pernambucanos’ dá continuidade a uma política editorial sobre o tema Civilização do Açúcar construída por meio de parceria entra a Fundação Gilberto Freyre e o Sebrae. Essa ação teve início em 2007 com o lançamento do livro ‘Civilização do Açúcar’, coletânea de textos de vários estudiosos. Em março deste ano foi lançado o livro ‘Assombrações e Coisas do Além’, de Fátima Quintas.

Veja também:

Paraíba no roteiro “Civilização do Açúcar”

Hoje a centenária Cajazeiras/PB faz aniversário

foto Marcus Alberto

foto Marcus Alberto

Foto Galdino Vilante

Foto Galdino Vilante

São 146 anos de emancipação, mas pelo menos 180 anos de história!
Localizada no extremo ocidental do estado paraibano, a origem da cidade de Cajazeiras está ligada à “Escolinha de Serraria”, criada por volta de 1829 pelo padre Inácio de Souza Rolim, no sertão nordestino.

A escola conseguiu atrair estudantes de vários municípios circunvizinhos e até de outras províncias, em razão do referencial em educação que se tornou. Em função da grande movimentação, Cajazeiras se desenvolveu e sua história hoje explica a frase “a terra que ensinou a Paraíba a ler”.

Para homenagear a figura do padre Rolim, nascido no dia 22 de agosto de 1800, a prefeitura de Cajazeiras programou uma semana de apresentações culturais, que inclui seminários sobre o padre Rolim, até apresentções de dança e música, além de desfile e hasteamento de bandeiras.

Bijuteria artesanal tem algodão, madeira e fibras

Madeira, sisal e algodão R$ 38

Madeira, sisal e algodão orgânico R$ 35

Malha de algodão orgânico e miçangas R$ 38

Malha de algodão orgânico e miçangas R$ 38

Malha de algodão orgânico e fios R$ 38

Malha de algodão orgânico e fios R$ 35

Em um momento zen, Érica Medeiros criou estes colares especialmente para a Babel das Artes. Acostumada a salpicar suas bijoux de brilhos e firulas, desta vez ela apostou no design de bijouterias naturais, com fibras e algodão orgânico da Paraíba. Artesanato regional, no entanto, contemporâneo. Peça já o seu!

Artista equilibra e depois fotografa objetos

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Bill Dan tem um talento pouco comum: equilibra objetos.  O americano começou montando “esculturas” em que pedras se equilibram umas sobre as outras, e atraía uma multidão de admiradores nas praias da baía de San Francisco, na Califórnia.

Ele passou a registrar suas criações e colocar na internet fotos e vídeos sobre seu trabalho. Confira em http://www.flickr.com/photos/rocker

Fonte: BBC Brasil

Ops, 10 usinas nucleares serão construídas no Nordeste!

area-eletronuclearA Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, está desenvolvendo para a Eletronuclear um Sistema de Informação Geográfica que vai indicar os melhores locais para instalação da Central Nuclear do Nordeste. O objetivo é construir e botar em operação seis usinas nos próximos 10 anos.

Em um primeiro momento, serão construídas duas usinas nucleares na região Nordeste, possivelmente no mesmo lugar. Cada uma terá uma capacidade de geração de 1.000 megawatts (MW) de energia.

Quatro estados disputam as novas usinas: Bahia, Alagoas, Sergipe e Pernambuco, no entanto a Eletronuclear declarou interesse no litoral entre a Bahia e Pernambuco. Um escritório da empresa já foi instalado no Recife.

Othon Luiz Pinheiro da Silva, presidente da Eletronuclear, diz que a usina nuclear é como se fosse uma caldeira. “Mas ao invés de queimar combustível tradicional, queima o combustível nuclear, que tem a vantagem de não gerar gás carbônico”, observa. Para ele, o importante é garantir o fornecimento de energia elétrica com o menor impacto ambiental.

O valor estimado de todo o processo de implantação da Central Nuclear do Nordeste gira em torno de R$ 20 milhões. A primeira usina deve começar a ser construídas em 2019, e a segunda, em 2021.

Abaixo, mapa das usinas no mundo.

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ONU vai declarar que índios brasileiros precisam de melhor assistência

Em relatório apresentado ontem sobre sua visita aos estados do Amazonas, Roraima e Mato Grosso do Sul, realizada há um ano, em agosto de 2008, o  relator especial das Nações Unidas para os Direitos Humanos e as Liberdades Fundamentais dos Povos Indígenas, James Anaya, ressaltou que os índios brasileiros precisam de melhor assistência nas áreas da saúde, educação e justiça.

O documento pede que o governo brasileiro  garanta às comunidades tradicionais acesso às decisões sobre projetos de desenvolvimento em áreas demarcadas. Segundo Anaya, os direitos dos povos indígenas sobre os recursos naturais muitas vezes não são respeitados. Ele lembrou que terras indígenas, demarcadas e registradas, ainda sofrem ameaças constantes de invasões.

Anaya vai detalhar as conclusões e sugestões de políticas para os povos indígenas do Brasil durante a 12ª sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, que será realizado entre 14 de setembro e 2 de outubro deste ano.

Fonte: Radiobrás