Arquivo do mês: setembro 2009

Feng shui? Brincos com cristais e metal dourado

brinco com cristais multifacetados

brinco com cristais multifacetados

Montagem manual com acabamento impecável

Montagem manual com acabamento impecável

O par de brincos têm vários cristais multifacetados e detalhes dourados. Para andar por aí distribuindo alto astral e atrair prosperidade! Fashion e elegante. Para quem adora artesanato com design. Peça única. R$ 28 + frete. Para saber o custo do frete, envie e-mail para babeldasartes@gmail.com

Festival de Blues em Aracati, no Ceará

A segunda edição do Festival Canoa Blues começa no dia 5 de outubro, na Praia de Canoa Quebrada no município de Aracati, a 140 km de Fortaleza. O Festival tem início com oficinas de percussão e ritmo para crianças e adolescentes de Ongs locais.  Os shows gratuitos serão realizados nos dias 9 (sexta-feira), 10 (sábado) e 11 (domingo) no Pólo de Lazer, sempre às 21h, e no dia 12 (segunda-feira, feriado), com uma jam session de encerramento ao meio-dia.

Este ano, o Canoa Blues vai receber na Broadway, a principal e mais badalada rua de Canoa Quebrada, convidados como a banda Blues Label (CE), Diogo Farias e Banda (CE), Big Gilson (RJ), Nuno Mindelis (SP), Flávio Guimarães (RJ), Robson Fernandes (SP) e o gaitista norte-americano Steve Guyger que, pela primeira vez faz uma apresentação no Nordeste.

Fonte: Sebrae Agência de Notícias

A estética do oprimido: obra póstuma de Augusto Boal

augusto-boalO último livro escrito por Augusto Boal (falecido em 2 de maio deste ano), A Estética do Oprimido, foi lançado ontem no Rio de Janeiro. O evento foi no Centro de Teatro do Oprimido, criado por Augusto Boal em 1986. Em São Paulo, o lançamento acontece no dia 1° de outubro no Teatro de Arena Eugênio Kusnet.

O livro, publicado em parceria pela editora Garamond e pela Funarte/MinC, é considerado por muitos como o testamento estético do autor. A Estética do Oprimido ganhou forma ao longo de oito anos de trabalho de pesquisa coletiva, sendo finalizado pelo autor em janeiro de 2009.

Fundador do Teatro de Arena e criador do Teatro do Oprimido, Augusto Boal chegou a ser condecorado Embaixador Mundial do Teatro pela Unesco, pouco antes de falecer,  e em 2008 foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz. A obra reflete o engajamento político de Boal.

Através da arte, ele propõe uma teoria do pensamento sensível para o uso prático, isto é: como instrumento transformador da realidade. O livro convida todos a apostarem na potência mais radical do pensamento: a potência criadora de realidades possíveis.

A ESTÉTICA DO OPRIMIDO
Augusto Boal 256p., 16x23cm, ISBN: 978-85-7617-167-6

Lançamento em SP – 1º de outubro de 2009, às 18h – Teatro de Arena Eugênio Kusnet
R. Teodoro Baima, 94 Centro – São Paulo SP (11) 3259-6409

Fonte: Funarte

Biojoia de marchetaria com madeira e mosaico de casca de ovo de avestruz

Colar marchetaria (madeira certificada)

Colar marchetaria (VENDIDO)

Colar de madeira com mosaico de casca de ovo de avestruz

Madeira com mosaico de casca de ovo de avestruz

Anel de madeira regulável

Anel de madeira regulável (VENDIDO)

Produzido em Rondônia, Norte do Brasil

Produzido em Rondônia, Norte do Brasil (VENDIDO)

Anel de madeira regulável

Biojoia com sobras de madeira (VENDIDO)

amostra-madeira

Mônica e Alex vivem em Porto Velho/RO. O casal produz biojóias com sementes, fibras, algodão e madeiras variadas. A madeira utilizada são sobras de marcenarias locais. Os colares custam R$ 45 e os anéis R$ 26. Para saber o custo do frete, envie e-mail com CEP para babeldasartes@gmail.com

Customize sua bolsa com botões

bolsa-customizada-botoesOlha só que bacana! Aquela bolsa abandonada no armário pode ganhar vida nova com aplicações de botões. Basta linha, agulha e gosto pelas manualidades. Descubra sua aptidão e tente customizar a sua. Veja o passo-a-passo na revista Manequim. Quando terminar, envie a foto pra gente publicar!

babeldasartes@gmail.com

Tendência: colar-cachecol de tiras de tecido

colar-de-tecidoStephano Diaz e Troy Mattison Hicks começaram a vender seu cachecol-colar Necklush nas ruas de Nova York, em novembro de 2008. O sucesso foi imediato. A peça é feita de uma única tira circular de tecido de algodão macio e, em seguida, são colocadas em camadas para criar uma escultura para o pescoço. A impressão nos tecidos é feita à mão com serigrafias e inclui desenhos tribais.

Dá para usar de várias formas e os designer têm criaram cinco tamanhos diferentes). O próximo passo será incorporar novos materiais (jóias, penas) e tecidos (caxemira, seda) em seus projetos.

Leia mais: Timeout

colar-cachecol-artesanal-de-tecido

Seminário aborda Patrimônio Imaterial: celebração, formas de expressão, saberes e lugares

seminario-patrimonio-imaterialO seminário será realizado nos dias 15 e 16 de outubro na Universidade Caxias do Sul (UCS) e tem como objetivo divulgar conceitos e critérios que orientam a política de salvaguarda do patrimônio cultural imaterial no Brasil.

A salvaguarda do patrimônio imaterial propõe o reconhecimento de práticas culturais que os diferentes grupos formadores da sociedade consideram referências de sua identidade cujo reconhecimento pode culminar com a inscrição em um ou mais Livros de Registro: Celebrações, Formas de Expressão, Saberes e Lugares.

Veja alguns temas abordados: em Registro das Formas de Expressão “As Matrizes do Samba no Rio de Janeiro”, em Registro dos Saberes “Modo de Fazer Queijo Minas”, em Registro de Lugares “Cacheira do Iauaretê, Lugar Sagrado para povos indígenas”, em  Registro de Celebrações “Círio de Nazaré Maria Dorotéa de Lima”, só para ilustrar alguns.

Imperdível. Veja a programação completa no site Defender

Universidade de Caxias do Sul – Auditório do Bloco H – Campus Central – Universidade de Caxias do Sul

Museu expõe artesanato de Moçambique com design brasileiro

exposicao-brasil-africaA mostra apresenta peças feitas à mão em Moçambique, por artesãos daquele país, criadas e desenvolvidas a partir de oficinas de artesanato orientadas por designers brasileiros.

As equipes do Brasil foram contratadas por instituições que apóiam os artesãos moçambicanos, com o objetivo de resgatar técnicas e tradições locais, delinear a identidade cultural moçambicana e local, e apurar a qualidade do produto final.

O resultado é uma produção de artesanato com certificado de origem, que combina estética e design, tradição e inovação. As peças passam a ter acesso ao mercado internacional, gerando renda, sustentabilidade, melhor qualidade de vida e aumento da auto-estima dos artesãos e artesãs e de suas famílias.

A Casa museu do objeto brasileiro – Rua Cunha Gago, 807 – Pinheiros de seg a sexta, das 10h às 19h. Sáb, das 10h às 18h

Acaba a exclusividade nos cartões de crédito

Com as novas medidas do Governo Federal, os lojistas  poderão aceitar as duas maiores bandeiras de cartão de crédito – Mastercard e Visa – sem ter de assinar contratos de exclusividade com Redecard e Visanet, respectivamente, que dominam o credenciamento. Além disso, com uma mesma “maquininha” será possível oferecer serviços de mais de uma bandeira.

Uma das medidas mais polêmicas (a ser debatida pelo Cognresso) será a possibilidade de o lojista diferenciar o preço para pagamento à vista.

Bem, tudo isso pode levar ainda um ano e meio. Mas enfim, fizeram algo!

veja matéria completa no Valor Econômico

Comida votiva para São Cosme e Damião ou para Ibéji?

São Cosme e Damião

São Cosme e Damião

Foram os portugueses que introduziram no Brasil a devoção a São Cosme e Damião, os médicos gêmeos nascidos no século 3º. São Cosme e São Damião — padroeiros dos profissionais de saúde, barbeiros e cabeleireiros — são representados (sincretizados) no Candomblé por Ibéji. Por serem crianças, esta entidade religiosa é associada a tudo o que se inicia: a nascente de um rio, o germinar das plantas, o nascimento de um ser humano.

A comida tradicional deste dia é o “caruru dos sete meninos”. Comida votiva é a comida oferecida aos santos e caruru é um prato à base de quiabo picado, temperado com dendê, cebola ralada, camarão seco e pedaços de frango. O costume manda servir a comida a sete meninos de rua, em homenagem aos gêmeos e a seus cinco irmãos, ao lado de doces e brinquedos. Dentro do caruru, vão sete quiabos inteiros. Quem pegar um deles deve passar a tradição adiante, por sete anos.

Ibéji, do Candomblé

Ibéji, do Candomblé