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A profusão de cores é o destaque da segunda edição da exposição Girando o Acervo do Museu do Objeto Brasileiro – A Casa, que conta com o conjunto de gamelas e tigelas em papel machê, um vestido de chita de Reinaldo Lourenço, cestas da comunidade indígena Baniwa, além de peças de design gráfico. A partir de 11 de janeiro. De segunda a sexta, das 10h às 19h.
A CASA museu do objeto brasileiro, Rua Cunha Gago, 807 – Pinheiros a partir de 11 de janeiro, de seg a sex, das 10h às 19h. Informações: 11 3814 9711
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Porta-cédulas de chitão feito no tear R$ 24

Gato colorido de papel machê R$ 22

Vaso cerâmica com temática rupestre R$ 38

Carteira palha de buriti com flor de algodão R$ 33

Sachê perfumado bordado à mão R$ 20

Colar de madeira com contas de algodão R$ 36

Mini-carteira de tecido com fuxicos R$ 25

Boneca de barro Lucineide Guilhermino Tamanho P R$ 35

Banco de madeira com 12 unidades de lápis de cor R$ 22

Porta-guardanapos de mdf com flor de escamas de peixe R$ 38
A Babel das Artes está repleta de opções para presentes. São peças exclusivas, artesanais — feitas à mão com muito capricho. Entre as sugestões, boneca de barro da artista paraibana Lucineide Guilhermino (premiada em 2008 e 2009). Há também acessórios de moda como colares artesanais e carteiras de palha de buriti, de chita e de tecido com fuxico. Tem ainda utilitários como o porta-guardanapos e objetos decorativos como o vaso de cerâmica com temática rupestre e ainda pequenos mimos como o sachet perfumado bordado à mão. Sim, há muitas opções para quem quer presentear com economia com produtos diferenciados, inclusives toy art e lápis coloridos para crianças. Visite nossa loja virtual (é só clicar no selo abaixo)

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Os vasos e objetos de decoração são feitos de maneira intuitiva e rústica. As peças são produzidas por uma associação de artesãos no interior do Rio Grande do Norte. Depois de modeladas em barro, são queimadas e pintados com tinta látex à base de água. Logo após a secagem, os desenhos são riscados com prego, executados sobre a peça — raspando e descascando a tinta aplicada. O desenho revela novamente a essência o objetivo decorativo: o barro.
Na coleção, lideram as vendas os pratos de parede e os vasos, mas tem também arranjos com cabaça e muitas miniaturas. As da foto abaixo estão à venda na loja virtual Babel das Artes.





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Exposição e venda de cerâmica produzidas por várias Anas da família Louzeiro, de Porto do Nascimento, comunidade rural de Mirinzal, no Maranhão.
A produção se apoia em conhecimentos obtidos ao longo de gerações, ou seja, são peças rústicas, mas estão longe de ser simples.
Porto das Anas e das Louças
De 1 de outubro até 1 de novembro 2009
Rua do Catete, 179 – Rio de Janeiro, RJ
Categorias: Artesanato · decoração
Etiquetado: cerâmicas, familia louzeiro, louças, Maranhão, Mirinzal
Encontramos uma reportagem inspiradora que demonstra como personalizar o ambiente da sala de visitas. É evidente a força do artesanato regional e de produtos feitos à mão para dar um toque regional ao ambiente. Veja reportagem visual completa no portal Casa & Cia.

Ambientação Brazilian Soul

Peças com ênfase no "rústico" e feito à mão

Ambientação Nordeste Natural

No estilo regional Nordestino: fibras e muita cor
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8 08UTC Setembro 08UTC 2009 · 1 Comentário
O apartamento de 50m2 recebeu peças artesanais para dar ginga à decoração. No apoio ao balcão, tem as banquetas revestidas com fios de algodão pela Fundac, cooperativa de meninos de rua do Pelourinho, em Salvador. Na sala, o tapete de algodão produzido pela Cooperativa Mista de Rio de Contas, na Bahia, clareia e amplia o ambiente. A mesa de centro recebeu xale de fuxico da associação de mulheres de Castro Alves, interior do Estado. No lugar de porta, a cozinha recebeu a cortina de contas adquirida na feira de artesanato do Shopping Barra, em Salvador.

Banquetas com fios coloridos no balcão

Tapete de algodão e xale de fuxico na sala

Cortina de contas na entrada da cozinha.
Veja matéria completa na Revista Casa e Jardim
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2 02UTC Setembro 02UTC 2009 · 1 Comentário

A partir de folhas colhidas no chão, um grupo de artesãs do Distrito Federal criou um modelo de negócio sustentável e ambientalmente correto. A Flor do Cerrado segue práticas de inclusão social e respeita o meio ambiente.

O Cerrado, bioma brasileiro, dá folhas que garantem sustentabilidade para grupo de mulheres da Flor do Ipê

Folha moeda é esqueletizada para a produção
O processo de esqueletização é trabalhoso e serve para que as folhas sejam preservadas secas, impossibilitando o desenvolvimento de fungos. Depois é feito crochê com elas para montar as flores. A esqueletização torna as folhas delicadas, quebradiças e difíceis de serem crochetadas. É preciso ter uma mão muito delicada para trabalhar. Para se ter uma idéia, uma cortina de 1,30 x 1,60 m demanda cerca de um mês de trabalho.
Na Babel das Artes nós temos algumas flores, porta-guardanapos e chaveiros. Veja aqui um dos chaveiros da Flor do Cerrado.
Visite também o Catálogo Babel das Artes
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Recebemos aqui na Babel das Artes convites para visitar a 16ª Paralela Gift, evento que acontece simultaneamente à 15ª Craft Design, em São Paulo. E olha lá que agradável surpresa: ver o cachorro que chamamos carinhosamente de Baleia (em referência à obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos) esculpido pelo artista popular paraibano Oziel Coutinho na divulgação do evento!
Clique para ampliar e veja o destaque com círculo vermelho.

Divulgação de Paralela Gift inclui obra de Oziel Coutinho, artista popular da Paraíba.

O cachorro ilustra a palestra do jornalista Marcelo Lima, com o tema “Consumo de Design no Brasil e no mundo”, que faz parte do ciclo de debates do evento.
Aqui na Babel das Artes nós adoramos os móveis e as esculturas de bichos do Agreste do artista popular paraibano Oziel Dias Coutinho. Suas obras já passearam pela Galerie Lafayette, em Paris, já ocuparam páginas de revistas de decoração, como Casa Claudia, e estão em galerias de arte por todo o Brasil. Como somos pequenos e modestos, temos poucas obras de Oziel Coutinho. O melhor é que nossos preços são de lojinha, não de galeria, já que temoss custos menores.
Aproveite e solicite a sua escultura !

Os bichos do artista popular Oziel Coutinho são feitos com tronco de mulungu. No acabamento, apenas pó de madeira, cola branca, tinta fosca e um leve desgaste com a lixa. As orelhas são de couro de bode.
Para comprar esculturas de Oziel Coutinho, escreva pra gente em babeldasartes@gmail.com
Fotos: Marcelo Pereto
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Deise e Fred começaram a fazer artesanato por hobby. O sucesso foi imediato e, atualmente, eles têm até plantação de cabaças (porongo) para suprir a demanda para o setor de decoração. Suas peças, sempre com pinceladas alegres, podem ser vistas em restaurantes badalados e lojas de grife infantil no Recife/PE.
Com a temática regional, eles criaram este balão com cabaça, sisal, palha e bonecos de pano. Todos ícones do Nordeste, do imaginário e da cultura popular. Já a “viagem de balão” pode representar os sonhos de cada um.



Sobre a cabaça: é o fruto mais representativo da cultura nacional — presente em casas ribeirinhas, indígenas e quilombolas do Brasil. A cabaça, também conhecida como porongo, costuma ser partida, polida e até tingida para servir como baldes, bacias, copos e tigelas. Além de objetos, da cabaça também se faz instrumentos de trabalho de pescadores, seringueiros e produtores de farinha de mandioca.
Balão de cabaça decorativo pintado à mão: R$ 139.
Para saber custo de frete envie e-mail para babeldasartes@gmail.com
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Na Alameda dos Mestres, na X Fenearte em Olinda/PE, além dos leões de Tracunhaém de Mestre Nuca, fomos fisgados pelas cabeças de madeira de Mestre Fida. Na hora vieram à mente os “Moais”, esculturas gigantes da Ilha de Páscoa. Perguntamos ao Sr. Valfrido de Oliveira Cezar, o Mestre Fida, se elas o tinham inspirado. Ele disse que não, que fez as cabeças “da própria cabeça”, mas confessa que ficou emocionado quando conheceu as esculturas de pedra. Ele as viu em uma revista que ganhou de Janete Costa para que conferisse a “semelhança”. A arquiteta, falecida em 2008 — também foi homenageada na Fenearte por ser a maior divulgadora da arte popular brasileira.
Nós trouxemos algumas cabeças esculpidas em madeira por Mestre Fida para apreciação na Babel das Artes. Em futuro breve, iremos visitá-lo em Garanhuns/PE. Vamos buscar alguns exemplares do “Homem Catavento” sua principal obra. O artista popular conta que a inspiração para o ofício começou quando viu um catavento na casa de um amigo de seu pai. “Naquele momento comecei a me interessar pelo artesanato e até hoje faço esculturas em madeira. Desenvolvi meu dom trabalhando, há menos de 10 anos”, disse.


Para comprar as cabeças esculpidas por Mestre Fida e ter informações sobre o custo de frete, envie e-mail com seu CEP para babeldasartes@gmail.com. ESTOQUE 3 unidades.
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