Babel das Artes

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Para o turista estrangeiro “o melhor do Brasil é o povo brasileiro”

7 07UTC Novembro 07UTC 2009 · Deixe um comentário

O que é o melhor do Brasil para os turistas estrangeiros? Segundo a pesquisa “Perfil do Turista Estrangeiro e Imagem do Brasil”, além do povo brasileiro, citado por 45% dos entrevistados, as belezas naturais/natureza (23%), praias/mar (18%), sol/clima tropical (com 14%) e diversidade (9%) são o melhor do Brasil, na opinião dos 2.405 entrevistados de 27 países.

Novidades da pesquisa – o estereótipo da mulata parece ter saído da cabeça dos turistas: quando questionados sobre a imagem que têm do povo brasileiro, a alusão às mulheres não chegou a 1%, enquanto 25% se referiram à alegria/felicidade do nosso povo e 18% ao jeito amigável, e outros 18% à simpatia. O presidente Lula, Pelé e Ronaldo são, nesta ordem, as personalidades mais lembradas nas citações estimuladas dos entrevistados. Pela primeira vez, Pelé ficou em segundo lugar. E, quando perguntados sobre qual seria o símbolo do País, os estrangeiros surpreenderam: o mais citado foi bandeira brasileira (24%). Em seguida, estão Cristo Redentor (17%), futebol (7%) e Corcovado/Pão de Açúcar (6%).

O Rio de Janeiro é a cidade mais lembrada (45%) seguida de São Paulo (16%), Salvador (5%), Florianópolis (3%) e Fortaleza (3%). Quando o assunto é comida, feijoada (20%), churrasco (16%), o feijão com arroz (9%) e carnes (9%) são os mais citados pelos entrevistados.

Outros resultados revelados pela pesquisa — Belezas naturais lembradas: praias (28%), florestas (18%), Rio de Janeiro (16%) e Foz do Iguaçu (7%). Música/dança: samba (46%), MPB e forró (9%) e bossa nova (7%). Esporte: futebol (85%)

O que não agrada os turistas — Violência/Criminalidade/Assaltos (22%), Pobreza (18%), Falta de segurança/Falta de polícia (15%), Trânsito/Falta de sinalização (11%) e Custos elevados (7%).

Os resultados da pesquisa, aliados a outros estudos e investigações nacionais e internacionais, servem de base para a elaboração de estratégias, por parte da Embratur, para a promoção do turismo brasileiro no exterior. Pesquisa finalizada em agosto de 2009 | Realização – Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo)/Zaytec.

Fonte: Portal Fator Brasil

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Teatro Santa Roza, em João Pessoa, faz 120 anos

4 04UTC Novembro 04UTC 2009 · Deixe um comentário

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O teatro centenário tem estilo neoclássico, com influência greco-romana

O Teatro Santa Roza, que levou 37 anos para ser construído (1852 a 1889) comemorou 120 anos no último dia 3 de novembro.  Além de servir de palco para as companhias de artes cênicas, concertos, recitais e artistas de renome que ali se apresentaram, funcionou também como cine-teatro, de 1911 a 1941, e já abrigou até a Assembléia Legislativa do Estado, entre 1929 e 30.

O teatro tem estilo arquitetônico neoclássico, com influência greco-romana, possuindo colunas gregas com seus capitéis, na fachada, e esquadrias em arco pleno. Ao longo de sua história sofreu reformas que não chegaram a descaracterizá-lo, como a de 1917, no governo Camilo de Holanda, a de 1955/56, no governo José Américo, a de 1971, no governo Ernani Sátyro, e as reformas de 1979 e 1989/91, empreendidas, respectivamente, na primeira e segunda administração Tarcísio Burity. O Teatro Santa Roza é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

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O Teatro Santa Roza levou 37 anos para ser construído, de 1852 a 1889

Em novembro, o palco do teatro receberá eventos em comemoração. A Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) programou uma série de apresentações culturais, com espetáculos de teatro, dança e música.

Confira a programação.

dia 4, quarta-feira
17h Aula Pública de Balé Clássico Praça Pedro Américo
18h Grupo Folclórico do SESC Praça Pedro Américo
20h O Romance do Conquistador Palco
21h Show de Encerramento com Maria Juliana e Michel Costa Bar dos Artistas

dia 10, terça-feira
17h Aula Pública de Hip-Hop Praça Pedro Américo
18h Maria Luiza Pires Palco
18h30 Enquanto o Tempo Chega Palco
19h A Farsa do Poder Palco
20h Show de Encerramento com Mayra Montenegro no Bar dos Artistas

dia 11, quarta-feira ABERTURA OFICIAL
17h Performance da Trupe Arlequin Praça Pedro Américo
17h30 Lançamento do Livro “Santa Rosa – Um Teatro de 120 Anos”, de Fátima Araújo Teatro
18h Aula Pública de Balé Clássico Praça Pedro Américo
19h Abertura Oficial Palco
20h Beto Brito e Pinto do Acordeom Palco
20h30 Orquestra Sinfônica da Paraíba Palco
21h Renata Arruda Palco
21h30 Orquestra Sinfônica da Paraíba Palco
22h30 Show de Encerramento com Carlos Dowling Bar dos Artistas

dia 12, quinta-feira
17h Aula Pública de Dança Flamenca Praça Pedro Américo
18h Meidifêra Praça Pedro Américo
19h Coro Infantil da Paraíba
Coral da Funesc Palco
20h ESPARRELA Palco
21h Show de Encerramento com DJ INOCÊNCIO Bar dos Artistas

dia 18, quarta-feira
17h Aula Pública de Balé Clássico Praça Pedro Américo
18h Malazarte, Cancão, Trupizupe Praça Pedro Américo
19h Saída Praça Pedro Américo
20h Os Sete Mares de Antônio Palco
21h Show de Encerramento com Flamarion Bar dos Artistas

Assessoria de Imprensa da Funesc Fotos: Iphan

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Para Museu, cemitério é patrimônio histórico e cultural

2 02UTC Novembro 02UTC 2009 · Deixe um comentário

A palavra cemitério vem do latim coemiterium e significa “lugar onde se dorme” e pode ser entendido como um sítio arqueológico, sendo os jazigos considerados como artefatos e, nessa condição, reunindo uma série de atributos. No Brasil, por exemplo, pode servir para a verificação de mudanças ocorridas nas formas de representação da morte na passagem entre o período imperial escravista e a república progressivamente capitalista, segundo o Museu de Arte Sacra.

Por isso, vale a pena ir ao site e consultar um glossário peculiar sobre o assunto, e descobrir que, apesar de parecer óbvio, túmulo (do latim tumulus) é um monumento elevado em memória de alguém, no lugar onde ele está sepultado, e que pode ser evidenciado com construção de pedra, em forma de cone ou simples monte de terra sobre as sepulturas. Já a lápide, (do latin pierre sepulcrale) é a laje ou a pedra que cobre o túmulo. Serve para separar o mundo de cima do de baixo.

Em suma, todo mundo pode ter um túmulo, mas nem toda pessoa que morre garante uma lápide. O “aqui jaz” ainda é luxo em alguns cemitérios. O que está em frente da histórica Igreja da Guia, em Lucena, PB, tem mostras disso. Veja as fotos tiradas no dia 25 de outubro de 2009. Triste também é não encontrar no site da Prefeitura qualquer referência histórica ao cemitério — que poderia ser considerado Patrimônio Histórico já que o local serviu de observatório para evitar a invasão de holandeses… Imagine conhecer as histórias dos heróicos personagens que estão “dormindo” por ali.

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A igreja de Nossa Senhora da Guia, construída no século XVI por Padres Carmelitas é uma das mais antigas do país. Está num dos pontos mais altos da cidade litorânea de Lucena, a cerca de 30 Km de João Pessoa. O estilo é o barroco tropical com fachada esculpida em pedra calcária, fazendo referências a algumas frutas locais.

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A igreja e o cemitério estão no lugar mais alto de Lucena, litoral norte da Paraíba.

Fotos: Sandra Vasconcelos

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Museus: abertas as inscrições para III Jornada Brasil-Espanha

1 01UTC Novembro 01UTC 2009 · Deixe um comentário

O Instituto Brasileiro de Museus – Ibram do Ministério da Cultura do Brasil e a Subdireção Geral de Museus Estatais – SGME do Ministério da Cultura da Espanha vão realizar a III Jornada Brasil-Espanha, na cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro de 2009. O tema desta edição será O Plano Museológico: instrumento de planejamento.

O evento pretende reunir  profissionais de museus de ambos os países, com objetivo de refletir e trocar experiências sobre a metodologia de planejamento e atuações em museus por meio do Plano Museológico. A jornada também será a oportunidade de estreitar relações entre técnicos e promover futuras ações conjuntas entre Brasil e Espanha.

O período de inscrição vai até 13 de novembro. Interessados devem preencher o formulário disponível no http://www.ibram.gov.br/doc/form_brasil_espanha.doc e encaminhá-lo para cyntia.uchoa@gmail.com ou felipe.ornelas@gmail.com.  Mais informações no (61) 3414 6167.

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Cadê a pegada de dinossauro que estava em Sousa?

1 01UTC Novembro 01UTC 2009 · 1 Comentário

pegadas-dinossauro-souzaO Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) retirou uma pedra com pegadas de dinossauros do Sítio Piau, zona rural do município de Sousa. A pedra estava no Vale dos Dinossaurosna região da Bacia do Rio do Peixe, no sertão paraibano. Ela foi retirada e seria doada à Universidade Estadual da Paraíba, em Campina Grande.

A procuradora da República Lívia Maria de Sousa anulou a doação e recomendou que a pedra deve ser entregue ao museu existente no Monumento Natural Vale dos Dinossauros, em Sousa. A procuradora declarou que a extração causou prejuízo irreparável ao patrimônio cultural brasileiro, bem como à população de Sousa. Para ela, o patrimônio cultural existente em Sousa representa um instrumento de desenvolvimento dos municípios da região, incluindo as cidades vizinhas que apresentam alto índice de pobreza.

O MPF ainda deve instaurar procedimento administrativo para investigar responsabilidades pela dilapidação do patrimônio cultural do Vale dos Dinossauros, o que configura ato de improbidade administrativa.

Os sítios das pegadas de dinossauros da Bacia do Rio do Peixe, em Sousa, são reconhecidos como Monumento Natural Vale dos Dinossauros, pelo Decreto nº 23.832 de 27 de dezembro de 2002. Também existe procedimento administrativo para o Iphan tombar o Vale dos Dinossauros, mediante iniciativa do grupo de trabalho do Ministério Público Federal, para fins de posterior reconhecimento dos sítios paleontológicos existentes na Bacia do Rio do Peixe, pela Unesco, como patrimônio da humanidade.

Fonte: Defender

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Tesouros do Patrimônio da Bahia em livros

7 07UTC Outubro 07UTC 2009 · Deixe um comentário

Livro-convento-cairuO livro O Convento Franciscano de Cairu, do restaurador José Dirson de Argolo, apresenta os detalhes da obra de Cairu, localizada entre Salvador e Ilhéus. O registro fotográfico ilustra várias etapas do restauro. Dedicado a Santo Antônio, o convento foi construído no século XVII destaca-se na história da arquitetura brasileira. É considerado por muitos estudiosos a primeira construção brasileira em estilo barroco. Seu frontispício – que são os elementos que decoram a fachada principal do templo – é uma invenção brasileira e serviu de modelo para diversas construções religiosas no país, como os Conventos de Santo Antônio em João Pessoa (PB) e Recife (PE).

livro_fortalezas_salvadorAs fortalezas e a defesa de Salvador, de Mauro Mendonça de Oliveira, apresenta ao leitor um universo pouco conhecido do grande público: a terminologia, a arquitetura e a funcionalidade dos equipamentos de cada fortificação. O roteiro traçado por Oliveira ordena as construções de maneira cronológica que vai do fim do século XVI à invasão holandesa, ista as fortificações construídas depois de 1625, como as defesas do Porto da Barra e o Forte do Mar e, ainda, as mais recentes edificações, datadas do século XVIII. O professor lembra ainda das fortalezas que já não existem mais atualmente, mas que foram vitais em diversos momentos da história brasileira.

Fonte: Programa Monumenta

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“Os Chicos” documenta cultura oral dos ribeirinhos do São Francisco

3 03UTC Outubro 03UTC 2009 · Deixe um comentário

chicoschicas

Em suas margens extensas, o rio São Francisco abriga populações ribeirinhas de diferentes matizes culturais. Mas há algo em comum a todos: o rio é motivo de orgulho para muitos moradores. Não é à toa que muitos são batizados de Francisco e Francisca, ou simplesmente “Chicos” e “Chicas”.

O jornalista Gustavo Nolasco e o fotógrafo Leo Drumond – ambos mineiros – puderam comprovar essa afirmação. Num período de 25 dias, viajaram por 1.500 quilômetros do rio e encontraram 23 “Chicos” cheios de ricas histórias para contar. Os números não param: foram cerca de 9.000 fotos, 1.800 minutos de entrevistas e 19 municípios visitados. E essa é apenas a primeira etapa do projeto entitulado “Os Chicos”. Ao todo, 2.700 km do rio serão percorridos, desde as serras de Minas até o desaguamento no mar. A cultura oral das comunidades do Rio São Francisco está sendo documentado aos poucos no blog oficial do projeto.

Aprovado pela lei federal de incentivo à Cultura – a Rouanet –, o projeto “Os Chicos” resultará também em livro e exposição, previstos para o ano que vem. O lançamento do livro será feito nas regiões por onde passaram.

Fonte: Fotos e texto Blog de MG

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Seminário aborda Patrimônio Imaterial: celebração, formas de expressão, saberes e lugares

29 29UTC Setembro 29UTC 2009 · Deixe um comentário

seminario-patrimonio-imaterialO seminário será realizado nos dias 15 e 16 de outubro na Universidade Caxias do Sul (UCS) e tem como objetivo divulgar conceitos e critérios que orientam a política de salvaguarda do patrimônio cultural imaterial no Brasil.

A salvaguarda do patrimônio imaterial propõe o reconhecimento de práticas culturais que os diferentes grupos formadores da sociedade consideram referências de sua identidade cujo reconhecimento pode culminar com a inscrição em um ou mais Livros de Registro: Celebrações, Formas de Expressão, Saberes e Lugares.

Veja alguns temas abordados: em Registro das Formas de Expressão “As Matrizes do Samba no Rio de Janeiro”, em Registro dos Saberes “Modo de Fazer Queijo Minas”, em Registro de Lugares “Cacheira do Iauaretê, Lugar Sagrado para povos indígenas”, em  Registro de Celebrações “Círio de Nazaré Maria Dorotéa de Lima”, só para ilustrar alguns.

Imperdível. Veja a programação completa no site Defender

Universidade de Caxias do Sul – Auditório do Bloco H – Campus Central – Universidade de Caxias do Sul

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Festa brasileira em Barcelona, Espanha

21 21UTC Setembro 21UTC 2009 · 1 Comentário

Cartaz do evento

Cartaz do evento

Ainda que o Dia da Independência do Brasil seja, oficialmente, em 7 de setembro, alguns brasileiros comemoraram a data cívica em uma festa na Espanha denominada Primeiro Dia do Brasil. Foi no dia 13 de setembro, no Parque del Nus de La Trinitat, no distrito de Trinitat Vella, em Barcelona.

O encontro intercultural, com apoio da prefeitura de Barcelona, teve como objetivo divulgar a cultura popular brasileira e estreitar os laços de amizade com a província. Entre as atividades programadas, o jornalista paraense Augusto Pinheiro, radicado na Espanha, registrou o evento com fotografias e compartilhou com a gente.  Na festa teve apresentação de maracatu, capoeira e vários shows, entre eles, o autêntico forró nordestino. Durante a festa, algumas receitas típicos do Brasil como açaí e caipirinha foram oferecidas ao público.

Augusto Pinheiro é cliente da Babel das Artes. Veja aqui.

Augusto Pinheiro registrou o Primeiro Dia do Brasil - Catalunha

Augusto Pinheiro registrou o Primeiro Dia do Brasil - Catalunha (em Barcelona, Espanha)

Augusto é o generoso dono do guarda-chuva.

Augusto é o generoso e prevenido dono do guarda-chuva.

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Chimarrão será tombado pelo Iphan como Patrimônio Nacional

19 19UTC Setembro 19UTC 2009 · Deixe um comentário

chimarraoAté o final do ano, o projeto de pesquisa do “Chá da Amizade” deverá ser encaminhado para o Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan. A proposta é do Núcleo de Cultura de Venâncio Aires (Nucva), no interior do Rio Grande do Sul e tem a aprovação do Ministério da Cultura e o patrocínio da Petrobras.

Não existe previsão de conclusão da análise pela comissão do Iphan, pois o trabalho envolve enfoques antropológicos, biológicos, farmacológicos, históricos, entre outros aspectos. O projeto de pesquisa foi focado na reconstrução histórica acerca da importância da produção ervateira para o município de Venâncio Aires e para o Estado, os processos de beneficiamento da erva-mate e as formas variadas de confecção do chimarrão. Venâncio Aires/RS é conhecido como Capital Nacional do Chimarrão, com 4 mil hectares de erva-mate. Apesar de o fumo ser responsável por 70% da economia, a erva e o hábito do chimarrão são os principais destaques da cidade. A principal bebida dos gaúchos encontra na Festa Nacional do Chimarrão (Fenachim) a sua maior divulgação.

O Instituto Escola do Chimarrão, de Venâncio Aires, divulga por todo o Estado que a bebida pode ser apresentada para o consumo em 36 modelos diferentes: Saúde (elaborado com chás), Toca de tatu, Copa, Furo alto, China pobre (cevado com pouca erva), Da praia (socado para não voar erva), Do carro (com capa para não virar), Repartido, Quadrado, Triângulo, Tapado, Ferradura, Invertido, Do prego, Meia-lua, Engrenagem, Estrela, Ninho, Apaixonado, Escavado, Vulcão, Roda de carreta (no qual a bomba faz o papel do eixo), Flor, Formigueiro, Primavera, Homenagem (traz a inscrição Fenachim), Mate amargo, Mate doce, Achego, Tradicional, De canhoto, Tradicional sem topete, Tererê (feito em cuia de taquara, madeira ou guampa), Poço, Ponte, Gaúcho macho (servido através da bomba). Além das 36 formas diferentes de cevar um mate, a entidade propaga a importância do hábito para a socialização das pessoas e para a saúde.

Dentre os bens já registrados como patrimônio imaterial do País destacam-se o Ofício das Paneleiras de Goiabeiras, Modo de Fazer Viola de Concho, Feira de Caruaru, Frevo e Samba de Roda do Recôncavo Baiano. O registro de bens culturais foi instituído pelo decreto 3.551, de 4 agosto de 2000.

Informações do site Defender

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