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Mandala de cerâmica (VENDIDA)

A paraibana Socorro conta que este colar foi produzido pelo seu professor durante o curso que ela fez em Belo Horizonte. Lindo não?  “É inspirado na civilização Asteca”, diz. A civilização asteca ou mexica foi um dos mais notórios povos a ocuparem a América Central. Em curto espaço de tempo, conseguiram formar um amplo império com população de quase 15 milhões de habitantes. Com a chegada dos espanhóis, as pretensões colonialistas e a cobiça pelos metais preciosos promoverem a destruição desta antiga civilização.

R$ 30,00 + frete

Para saber o custo do frete envie CEP para babeldasartes@gmail.com

Oportunidade: residência artística em Sydney

O Sydney College of The Art Residency, na Austrália, está com inscrições abertas até o dia 14 de Novembro para os artistas interessados em participar do programa nas áreas de cerâmica, curadoria/ pesquisa, desenho e pintura, joalheria e escultura. Os benefícios para o artista são acomodação e estúdio. Em contrapartida, os artistas em residência devem organizar workshops e apresentações.

Para maiores informações acesse o site:

http://www.usyd.edu.au/sca/research/programs/research_residency.shtml

ou envie e-mail para:

researchresidency@sca.usyd.edu.au

O prazer de viajar pelo litoral

De férias pelo litoral nordestino e acompanhados de amigos, Anna Claudia e Barreto estavam no Mercado de Artesanato procurando objetos para decorar a casa em Maringá/PR. Na Babel das Artes eles garimparam o prato de parede quadrado e o vaso de cerâmica produzidos por uma associação de artesãos no Rio Grande do Norte.

Na parede da casa, cerâmica artesanal rupestre

Solange e Helder vieram de Brasília passear em João Pessoa. Na Babel das Artes descobriram a cerâmica de uma associação do Rio Grande do Norte e levaram um prato de parede da coleção Ilha, com desenhos rupestres.

Além dos pratos decorativos, essa associação produz vasos de diferentes formatos e tamanhos, além de pires, cinzeiros e telhinhas.

Toda na cerâmica

André e Camila já sabiam o que queriam. Um prato de cerâmica para decorar parede. Eles já tinham duas peças, faltava uma pra completar o jogo, um trio de cenas rurais, da coleção Ilha. Essa coleção tem também uma linha com motivos rupestres, e é produzida por uma associação de artesãos do Rio Grande do Norte.

Presentes e lembranças para levar

Elzinete está partindo de volta pra sua terra natal, Cuiabá/MT. Antes de por o pé na estrada, veio até a Babel das Artes buscar presentes pra levar para toda a família que a aguarda. Entre tantas opções preferiu a cerâmica produzida por uma associação de artesãos do Rio Grande do Norte. Separou várias peças inclusive alguns pra ela – afinal, ninguém resiste às lembranças.

Cerâmica Marajoara, arte indígena

Até os anos 60, em Icoaraci, 20 km de Belém/PA, a produção de cerâmica se resumia a telhas, tijolos e potes. Havia apenas dois ou três ceramistas fazendo trabalhos artísticos. Ao chegar a Icoaraci, Mestre Cardoso (falecido em abril de 2006) resgatou a arte marajoara fazendo pesquisas no Museu Paraense Emílio Goeldi. E despertou nos artistas locais o interesse pelas cerâmicas amazônicas – marajoara, tapajônica, santarena, etc. Mestre Cardoso atraiu a atenção dos moradores pela reação positiva dos turistas e, conseqüentemente, retorno financeiro. Nos anos 70 verificou-se em Icoaraci o começo de uma fase de grande produção de réplicas imitando o estilo das obras pertencentes ao Museu. Assim, para ganhar o sustento da família, até as pessoas que jamais tinham se dedicado à cerâmica montaram oficinas.
Hoje o distrito de Icoaraci é o maior centro produtor e divulgador da cerâmica indígena amazônica. No centro do distrito fica o bairro do Paracuri, onde se concentram cerca de 90% da comunidade de ceramistas.

Prato de parede: R$ 20 / Para saber custo do frete envie CEP para babeldasartes@gmail.com

Amor à arte e ao comércio justo

Bernadeth mora no Rio de Janeiro, mas é paraibana, do interior. Ela adorou a loja e a nossa proposta de praticar comércio justo e dar espaço para associações e cooperativas de artesãos. Junto com o filho André e o primo Leonardo, contou um pouco da história da família enquanto escolhia peças de cerâmica de uma associação de artesãos do Rio Grande do Norte. Pra fechar, um tictac da designer Cleide Cunha, pra fazer um agrado à namorada do filhão.

As bijoux de escama de peixe são da coleção de Cleide Cunha e feitos à mão por uma associação de mulheres capacitadas e orientadas pela designer em Recife/PE.

Um mergulho no artesanato

As cariocas Ana Maria e Sonia são da Confederação Brasileira de Desportes Aquáticos – CBDA. Vieram a João Pessoa representar a entidade na etapa do Campeonato Brasileiro de Nado Sincronizado. Depois do dever, o prazer. Terminada a competição, mergulharam na Babel das Artes e se esbaldaram. Sonia ficou feliz da vida com o seu novo par de brincos e com o vestido pintado à mão, da coleção da artista plástica pernambucana Ramona.

Ana começou com um brinco de piaçava e rosa de escama de peixe, da coleção de Cleide Cunha. Depois, uma boneca de barro de Ubenildo, referência em arte figurativa no Alto do Moura/PE, “presente para uma amiga querida”, revelou. Como uma coisa leva à outra, garantiu um prato decorativo de cerâmica de uma associação de artesãos do interior do Rio Grande do Norte. Arrematou levando imãs de geladeira feitos em cerâmica vitrificada do ateliê de Marcos Freire, de Belém/PA.

Cerâmica em miniatura desperta interesse

Primeira cliente do dia, a paraibana Nayara chegou de mansinho e delicadamente. Primeiro notou as flores e acessórios feitos com escama de peixe, da coleção da designer Cleide Cunha. Deu mais um giro e outra olhada na loja e se encantou com a cerâmica do Rio Grande do Norte. Optou, assim, por levar uma miniatura de vaso entre outras peças produzidas por uma associação de artesãos no Estado vizinho. Esta coleção de cerâmicas com temática rupestre é ampla. Tem vasos pequenos, médios e grandes; conjuntos de pratos para decorar paredes e, ainda, pequenas peças decorativas no formato telha e utilitários, além das miniaturas como a que atraiu a atenção de Nayara.