A artista visual Iris Helena, 22 anos, pesquisa fotografia e suporte da arte contemporânea. Conhecemos seu trabalho no Workshop Rumos Itaú Cultural. O que mais chamou a nossa atenção foi a imagem de um casario abandonado impresso em papel higiênico feito em impressora comum.
Agora, em Notas de Esquecimento, sua primeira exposição individual, as imagens tem como suporte os post-its — lembretes descartáveis — postos em diálogo com o espaço, as imagens, e as redes da memória individual e coletiva. “São recortes da paisagem urbana que mostram o movimento cotidiano em sua contaminação diária e irrepetível”, explica. A mostra tem curadoria de Marta Penner. Abaixo, o making off.
De 4 a 15 de dezembro. Abertura dia 3 às 19h30. Aliança Francesa de João Pessoa
Rua Gal. Bento da Gama, 396 – Torre – 83 3222-6565
Até 30 de outubro, Wilson Figueiredo expõe obras com cenas e personagens rurais. A principal característica da obra do paraibano é a técnica mista de desenho em arame, fixado de forma tridimensional sobre eucatex. O efeito luz e sombra materializa o calor e a sol sertanejos, referências de sua região de origem.
Local: Hall da Energisa, BR-230, Km25 – Cristo Redentor – João Pessoa – PB – (83) 2106-7000 De segunda à sexta-feira, de 7h30 às 17h30
Até 3 de novembro, a exposição de Lúcia França estará ocupando a sala de exposições do Centro Cultural São Francisco. “Motricidade” reúne diversas técnicas e suportes demonstrando a flexibilidade da artista. Na mostra, destaques para a gravura, a fotografia e a escultura.
Praça São Francisco, s/n – Centro Histórico – João Pessoa – PB (83) 3218-4505
Selma Sanches, Francisco Milhorança, Lucia França, José Otávio Freire e Wilson Figueiredo
“Artesãs da Linha Nove”, é um grupo de bordado e costura formada por cerca de 30 mulheres – a maioria mães de alunos do Instituto Acaia – moradoras da Favela da Linha, da Favela do Nove e do conjunto habitacional Cingapura Madeirit, perto do CEAGESP, zona oeste de São Paulo.
Desenvolvendo um artesanato sofisticado, com bordados em painéis, toalhas, colchas e jogos americanos que já homenagearam a Amazônia, o Pantanal, as árvores e pássaros brasileiros, entre outras séries, essas mulheres vão aos poucos deixando de lado suas atividades anteriores, trabalhos pesados e de baixa remuneração. Hoje, as artesãs vendem seus bordados para lojas dos Jardins e da Vila Madalena, gerando renda para suas famílias. Todos os trabalhos são bordados à mão sobre tecido pintado ou cru (linho ou algodão).
Realização | A CASA museu do objeto brasileiro | Instituto Acaia Abertura: 28 de outubro, às 19h30
Visitação: de 29 de out a 18 de dez, de seg a sex, das 10h às 19h
Local: A CASA museu do objeto brasileiro | R. Cunha Gago, 807 – Pinheiros
www.acasa.org.br
A mostra apresenta peças feitas à mão em Moçambique, por artesãos daquele país, criadas e desenvolvidas a partir de oficinas de artesanato orientadas por designers brasileiros.
As equipes do Brasil foram contratadas por instituições que apóiam os artesãos moçambicanos, com o objetivo de resgatar técnicas e tradições locais, delinear a identidade cultural moçambicana e local, e apurar a qualidade do produto final.
O resultado é uma produção de artesanato com certificado de origem, que combina estética e design, tradição e inovação. As peças passam a ter acesso ao mercado internacional, gerando renda, sustentabilidade, melhor qualidade de vida e aumento da auto-estima dos artesãos e artesãs e de suas famílias.
Uma série de trabalhos em grandes formatos com curadoria do artista plástico Edilson Viriato estão em João Pessoa. A exposição Contemporâneos Paranaenses 2009, que está na Estação Cabo Branco deve surpreender. Vários artistas participam da mostra: Akiko Miléo, Ana Mauad, Ana Serafin, Beatriz Gonçalez, Bete Wescher, Celso Parubocz, Christina Araújo, Cinthia Freitas, Claudia de Lara, Denise Abujamra, Douglas Jordan, Giovana Correia, Giovana Hultmann, Jacyra Abujamra, Leslie Jacob, Louise Moreno, Lucilia Schneider, Mara Franco, Marinice Costa, Marilsa Urban, Rita Bortolan, Ro Sampaio, Selda Schilklaper, Sandra Bonet, Sandra Hiromoto, Sheilla Liz, Silvana Passos e Soraya Milani.
A Contemporâneos Paranaenses 2009, com abertura no dia 15, ficará na Estação Cabo Branco, na Ponta do Seixas. A exposição fica aberta até dia 18 de outubro.
Até 26 de setembro, a estética inesperada do caos, de uma cidade múltipla considerada a maior metrópole latino-americana, pode ser vista em Paris. A exposição São Paulo, Mon Amour reúne nove artistas brasileiros — fotógrafos, grafiteiros, pixadores, videastas, artista plástico e ilustrador.
A cidade é vista na ótica e na obra de Rogerio Canella, Ludovic Carème, Alessandra Cestac, Xavier Faltot, Gal Oppido, Alexandre Orion, Caecilia Tripp, Zezão e Wagner & Ricardinho.
O projeto recebeu apoio do Ministério da Cultura, por meio do edital de Seleção de Passagens Aéreas com recursos do Fundo Nacional da Cultura, e da ação Fomento a Grupos e Redes da Diversidade Cultural Brasileira da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC).
A exposição tem entrada gratuita na Maison des Métallos (Casa dos Metalúrgicos – 95 Rue Jean Pierre Timbaud 75011), espaço cultural mantido pela Prefeitura de Paris, que constitui um lugar histórico dos metalúrgicos franceses e dos movimentos de resistência política na França. Depois de Paris, a exposição deverá ser mostrada no Brasil, em local ainda a ser definido.
Djan Ivson, 25, conhecido como Cripta, foi convidado a pichar a Fundação Cartier, como parte da mostra “Nascido nas Ruas – Grafite”. Ele começou a fazer pichação os 12 anos e parou em 2004, quando passou a apenas registrar a ação de seus colegas em vídeo. São dele quase metade das imagens do documentário “Pixo”, dos irmãos Roberto T. Oliveira e João Wainer, que também será exibido na retrospectiva mundial sobre grafite. A pichação paulistana será a novidade da exposição. A mostra é, na verdade, registro histórico do movimento, com homenagens a Basquiat e Haring.
De 27 a 31 acontece a 18ª edição da Expo de Moda 2009, no Centro de Convenções em Salvador/BA. Este ano o evento traz desfiles assinados por estilistas baianos como Vitorino Campos, Goreth Dunningham, Sillas Filgueira e Levite Bahia. Com 10 candidatos (todos estudantes de moda de Salvador) acontece mais uma edição do concurso Novos Criadores da Moda; o Mercado Mix, um bazar de estilistas baianos iniciantes; uma exposição de alunos do curso de moda da Faculdade da Cidade.
Além da produção local, vários estados brasileiros estão representados nos mais de 200 stands da feira, com confecção feminina, infantil, masculina, de moda praia, fitness, moda íntima, calçados, bolsas, cintos e bijuterias.
A paraibana Ana Viva, parceira da Babel das Artes, vai mostrar sua coleção de bijuterias por lá. Conheça alguns acessórios da Ana Viva que foram vendidos aqui, na Babel das Artes.
O Museu do Homem do Nordeste estará presente na 4ª Mostra Internacional de Turismo, promovida pela Associação Brasileira de Agências de Viagens – Abav, no período de 22 a 24 de maio de 2009, no parque de exposições do Centro de Convenções do Recife.
A nova exposição Nordeste: territórios plurais, culturais e direitos coletivos será o carro chefe do estande do Museu, divulgando-o como importante atração cultural do estado, além de apresentar o seu Plano Turístico ao Trade nacional e internacional, reforçando a ação na região Noroeste da cidade e as instituições museológicas, como o Museu do Estado, Museu Murilo La Greca, Fundação Gilberto Freyre, Oficina Cerâmica Francisco Brennand e Instituto Ricardo Brennand.
Nem mesmo Renata Mellão e Renata Imbroisi esperavam que o livro “Que Chita Bacana” (Ed. Museu A Casa) ia render tanto pano pra manga! Depois da exposição em 2005, o tema retorna agora com foco no desfile da Escola de Samba carioca Estácio de Sá realizada este ano na Marquês de Sapucaí. Do enredo às alegorias, o carnavalesco Cid Carvalho contou a história da chita desde seu surgimento, na Índia. Reforçou como batuque do samba a brasilidade do tecido que hoje tem até algumas variações: chitinha (flores miúdas), chita (estampa média) e chitão (estampa graúda).
Que Chita Bacana: o enredo. Imperdível pra quem está ou vai passar por São Paulo.
Museu A Casa
Rua Cunha Gago, 807, Pinheiros, S. Paulo, SP
de segunda a sexta-feira das 10h às 19h