Com muita inspiração, paciência e uma câmera, o fotógrafo inglês Richard Heeks criou uma série de imagens de bolhas de sabão. A longa sequência demorou cerca de um mês para ser feita. Confira na galeria do fotógrafo no Flickr. Genial!
Em suas margens extensas, o rio São Francisco abriga populações ribeirinhas de diferentes matizes culturais. Mas há algo em comum a todos: o rio é motivo de orgulho para muitos moradores. Não é à toa que muitos são batizados de Francisco e Francisca, ou simplesmente “Chicos” e “Chicas”.
O jornalista Gustavo Nolasco e o fotógrafo Leo Drumond – ambos mineiros – puderam comprovar essa afirmação. Num período de 25 dias, viajaram por 1.500 quilômetros do rio e encontraram 23 “Chicos” cheios de ricas histórias para contar. Os números não param: foram cerca de 9.000 fotos, 1.800 minutos de entrevistas e 19 municípios visitados. E essa é apenas a primeira etapa do projeto entitulado “Os Chicos”. Ao todo, 2.700 km do rio serão percorridos, desde as serras de Minas até o desaguamento no mar. A cultura oral das comunidades do Rio São Francisco está sendo documentado aos poucos no blog oficial do projeto.
Aprovado pela lei federal de incentivo à Cultura – a Rouanet –, o projeto “Os Chicos” resultará também em livro e exposição, previstos para o ano que vem. O lançamento do livro será feito nas regiões por onde passaram.
Um ensaio instigante revelado pelo blog Obvius: We are all gonna die – 100 meters of existence levou Simon Hoesgsberg a fotografar de um mesmo ponto, por 20 dias, as pessoas que cruzavam uma ponte ferroviária durante o verão de 2007, em Berlim, na Alemanha.
É bem interessante observar os transeuntes. São 178 pessoas clicadas a 100 metros de distância. O fotógrafo observa que há muitos espaços vazios e que em cada imagem uma pessoa se destaca.
O rosto da atleta australiana Cathy Freeman foi recriado pelo fotógrafo austríaco Andreas Smetana para um programa da SBS-TV intitulado Who do you think you are. Smetana fotografou grupos de pessoas nuas para que formassem partes do rosto da atleta – boca, nariz, olhos, etc. A tarefa foi desafiadora já que depois, era preciso montá-las como peças de um quebra-cabeça. Para isso, ele contou com a ajuda do estúdio Electric Art. Andreas Smetana trabalha há vários anos na Austrália. É considerado um dos grandes profissionais da fotografia publicitária. A dica é do Obvius.
Bill Dan tem um talento pouco comum: equilibra objetos. O americano começou montando “esculturas” em que pedras se equilibram umas sobre as outras, e atraía uma multidão de admiradores nas praias da baía de San Francisco, na Califórnia.
Ele passou a registrar suas criações e colocar na internet fotos e vídeos sobre seu trabalho. Confira em http://www.flickr.com/photos/rocker
Morreu ontem, domingo, aos 62 anos, o fotógrafo Mário Cravo Neto.
Nascido em Salvador/BA, Cravo Neto teve obra influenciada pelos mitos religiosos do candomblé e da igreja católica. Participou de cinco edições da Bienal de São Paulo e publicou, entre outros, os livros “Ex-Votos”, 1986, “Salvador”, 1999, “Laróyè”, 2000, “Na Terra sob Meus Pés”, 2003, e “O Tigre do Dahomey – A Serpente de Whydah”, 2004.
No vídeo abaixo, alguns dos trabalhos do fotógrafo.
O evento será em setembro no Museu da Imagem e Som – MIS e terá uma maratona de palestras, workshops e leituras de portfólio. A melhor parte é que, se você tem álbum no Flickr, também poderá partipar do Festival com suas fotos exibidas no telão e monitores LCD instalados no MIS durante o evento. É só enviar (até) seis fotos para o grupo criado especialmente para o evento: o Grupo SP Photo Fest no Flickr.
E tem mais: os membros do grupo, se forem selecionados, poderão ter o “portfólio virtual” analisado por artistas convidados do SP Photo Fest como Scout Tufankjian, Cristiano Mascaro, Amy Arbus, Antonin Kratochvil ou Jay Colton.
Quando acessamos o site, estava com problemas. Mas aí vai o link SP Photo Fest
Quando: de 10 a 13/09
Onde: MIS (Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo – SP)
Álbum tem até janela frontal para fotos 10 x 15 cm.
Contar a história da amizade, do namoro e até do casamento, em um pequeno resumo fotográfico, pode ser um presente surpreendente. Experimente isso no próximo Dia dos Namorados com os álbuns customizados feitos artesanalmente pelo designer Wellington e garimpamos pra você na Craft Design, em São Paulo.
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Qual família não tem em casa alguns “monóculos” — pequenos cilindros de plástico onde a foto em miniatura era visualizada contra a luz? E quem nunca viu no álbum de algum parente aquelas fotos nos bancos das praças, de namorados e até mesmo crianças montadas em algum cavalinho ou burrico?
Belo Horizonte/MG aguarda aprovação para que os lambe-lambes tornem-se patrimônio imaterial do município. No Rio de Janeiro o Iphan concedeu o título em 2005.
Segundo o museólogo e pesquisador Abílio Afonso da Águeda, que defendeu tese de doutorado em 2008 na Universidade Estadual do Rio de Janeiro intitulada “O fotógrafo lambe-lambe: guardião da memória e cronista visual de uma comunidade”, o reconhecimento do ofício ajuda a preservar a técnica e ainda dá aos profissionais o status de atração cultural. Ele explica que em Cuba, por exemplo, os fotógrafos de jardins são muito procurados por turistas. Assim, defende a inserção dos lambe-lambe como prática cultural no mercado turístico das cidades.
A associação francesa Pour Que l’Esprit Vive recebe inscrições até 01/04/09 para um programa de residência em La Prée, no centro da França. As modalidades aceitas são pintura, escultura, arquitetura, gravura, composição musical, criação artística em foto, cinemae audiovisual e literatura.
A residência ocorre no antigo Mosteiro de La Prée, um edifício do século XII. São oferecidos sete apartamentos individuais e locais de trabalho, para períodos de 1 ou 2 anos.