Jongo: orgulho e preconceito

O canto ao ritmo de tambores e a dança com marcação de palmas ecoa no vale do Paraíba desde o século 18, quando os negros do antigo Reino do Congo chegaram para a lida escrava nas fazendas de café de São Paulo e do Rio de Janeiro. Nas noites das senzalas, o jongo era entretenimento para compensar a dura jornada.

Hoje, marco de identidade social contra a escravidão, a manifestação de origem africana sobrevive. E fundamentado pelo Iphan, o Jongo se consolida como patrimônio cultural no Livro de Registro das Formas de Expressão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)

O livro-dossiê Jongo no Sudeste, com lançamento em 11 de outubro, no Rio de Janeiro, é resultado de visitas a comunidades, pesquisas e gravação de audiovisuais produzidos pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do Iphan. Abaixo, reprodução do convite que recebemos.

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