Pichadores brasileiros são destaque na França

Djan Ivson, 25, conhecido como Cripta, foi convidado a pichar a Fundação Cartier, como parte da mostra “Nascido nas Ruas – Grafite”. Ele começou a fazer pichação os 12 anos e parou em 2004, quando passou a apenas registrar a ação de seus colegas em vídeo. São dele quase metade das imagens do documentário “Pixo”, dos irmãos Roberto T. Oliveira e João Wainer, que também será exibido na retrospectiva mundial sobre grafite. A pichação paulistana será a novidade da exposição. A mostra é, na verdade, registro histórico do movimento, com homenagens a Basquiat e Haring.

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