História em Quadrinhos é coisa séria: tem até museu

Os quadrinhos HQs, desde sua criação no século 19 pelo suíço Rodolphe Töpffer até os autores contemporâneos, garantiram espaço na história da humanidade. Na França, acaba de ser inaugurado O Museu de História em Quadrinhos. Ele foi instalado em um antigo armazém de vinhos. Para garantir a boa conservação dos 8 mil originais como de Tintin no Tibete, de 1959, o conjunto de pranchas e desenhos serão trocados três vezes por ano, o que permite aos visitantes descobrir uma nova parte do acervo a cada quatro meses. O museu também vai reunir documentos, vídeos e variados objetos que tratam de HQs sob diferentes formas.

No Brasil, as HQs são objeto de estudo. Na Universidade de São Paulo, um Núcleo de Pesquisas de Histórias em Quadrinhos (NPHQ) já havia catalogado, alguns anos atrás, 270 títulos. O professor-doutor Waldomiro Vergueiro, responsável pelo departamento, possuía uma coleção particular com 15 mil revistas. Fundado em 1990, o NPHQ promove reuniões mensais, nos quais são discutidos textos de comics (www.eca.usp.br/nucleos/nphqeca).

Há também um livro que trata do assunto. ‘Literatura em quadrinhos no Brasil – Acervo da Biblioteca Nacional’ que conta a história das histórias em quadrinhos no país através de ensaios de quatro especialistas. Fartamente ilustrados, os ensaios têm como base o grande acervo de quadrinhos da Biblioteca Nacional, do qual fazem parte os livros da Editora Brasil-América (Ebal).


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