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Artesanato indígena com selo e certificação

selo-wariroA Casa de Produtos Indígenas do Rio Negro – Wariró, loja de artesanato da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), lançou um selo de certificação para comercialização dos artefatos indígenas. A cerimônia de lançamento foi realizada na sede da FOIRN, em São Gabriel da Cachoeira – AM. A concepção do selo está relacionada com o movimento de valorização dos produtos indígenas desenvolvido por 514 artesãos dos 23 povos da região.

Os produtos da Wariró são comercializados na loja em São Gabriel da Cachoeira, mas também podem ser encontrados em grandes lojas, como Tok & Stok e Pão de Açúcar.

Wariro

Fonte: Funai

Cerâmica Marajoara em diversos tamanhos

Até os anos 60, em Icoaraci, 20 km de Belém/PA, a produção de cerâmica se resumia a telhas, tijolos e potes. Havia apenas dois ou três ceramistas fazendo trabalhos artísticos. Ao chegar a Icoaraci, Mestre Cardoso (falecido em abril de 2006) resgatou a arte marajoara fazendo pesquisas no Museu Paraense Emílio Goeldi. E despertou nos artistas locais o interesse pelas cerâmicas amazônicas – marajoara, tapajônica, santarena, etc. Mestre Cardoso atraiu a atenção dos moradores pela reação positiva dos turistas e, conseqüentemente, retorno financeiro. Nos anos 70 verificou-se em Icoaraci o começo de uma fase de grande produção de réplicas imitando o estilo das obras pertencentes ao Museu. Assim, para ganhar o sustento da família, até as pessoas que jamais tinham se dedicado à cerâmica montaram oficinas.
Hoje o distrito de Icoaraci é o maior centro produtor e divulgador da cerâmica indígena amazônica. No centro do distrito fica o bairro do Paracuri, onde se concentram cerca de 90% da comunidade de ceramistas.

Preços dos vasos: sob consulta / Para saber custo do frete envie CEP para babeldasartes@gmail.com

Cerâmica Marajoara, arte indígena

Até os anos 60, em Icoaraci, 20 km de Belém/PA, a produção de cerâmica se resumia a telhas, tijolos e potes. Havia apenas dois ou três ceramistas fazendo trabalhos artísticos. Ao chegar a Icoaraci, Mestre Cardoso (falecido em abril de 2006) resgatou a arte marajoara fazendo pesquisas no Museu Paraense Emílio Goeldi. E despertou nos artistas locais o interesse pelas cerâmicas amazônicas – marajoara, tapajônica, santarena, etc. Mestre Cardoso atraiu a atenção dos moradores pela reação positiva dos turistas e, conseqüentemente, retorno financeiro. Nos anos 70 verificou-se em Icoaraci o começo de uma fase de grande produção de réplicas imitando o estilo das obras pertencentes ao Museu. Assim, para ganhar o sustento da família, até as pessoas que jamais tinham se dedicado à cerâmica montaram oficinas.
Hoje o distrito de Icoaraci é o maior centro produtor e divulgador da cerâmica indígena amazônica. No centro do distrito fica o bairro do Paracuri, onde se concentram cerca de 90% da comunidade de ceramistas.

Prato de parede: R$ 20 / Para saber custo do frete envie CEP para babeldasartes@gmail.com

Cerâmica indígena (e lúdica)

As pequenas peças fazem alusão a cerâmica Tapajônica, cuja principal característica é a representação da fauna amazônica. Sua origem está no grupo indígena Tapajó, que localizava-se na foz e ao longo do afluente da margem direita do Amazonas, o Rio Tapajós. Apenas o estilo da cerâmica restou para testemunhar sua história.

As réplicas vem do distrito de Icoaraci, no Pará, o maior centro produtor e divulgador da cerâmica indígena amazônica. No centro do distrito, no bairro do Paracuri, concentram-se cerca de 90% da comunidade de ceramistas que se sustentam da tradição milenar.

R$ 35,00 cada peça (a tartaruga foi vendida)

Para saber o custo do frete envie e-mail para babeldasartes@gmail.com