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Garimpo: desenhos da artista visual Fernanda Guedes em promoção!

Matrioska Klimtiniana 6 De: R$ 1.170,00 Por: R$ 585,00 até 4/6/2010

Fernanda Guedes é uma das ilustradoras brasileiras mais atuantes no mercado publicitário e editorial. Seu traço ficou bastante conhecido na abertura do Programa Saia Justa, do canal GNT.
As obras da série “Magioska” fizeram parte da exposição coletiva realizada no início do ano e promovida pela Galeria Magenta, criada por ela, e que reúne vários ilustradores.

Matrioska Klimtiniana 3 De: R$ 1.170,00 Por: R$ 585,00 Válido até 4/6/2010

Toda a mostra foi inspirada nas Matrioskas — da cultura popular russa — brinquedos que são bonecas ocas feitas de madeira que se encaixam uma dentro da outra. As de Fernanda foram produzidas com tinta acrílica sobre painel de MDF e inspiradas em Gustav Klimt.

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Mostra reúne artistas visuais em João Pessoa

Despertar a consciência para promover uma sociedade mais humana e mais justa é o fio condutor da mostra coletiva ECOARTE, realizada por dezenas de artistas da Associação de Artistas Plásticos da Paraíba. A abertura da exposição é no dia 3 de novembro, a partir das 19 horas, no Centro Cultural São Francisco — Centro Histórico de João Pessoa.

Exposição de Carlos Djalma: será fotografia ou pintura?

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A mostra ‘Percursos’, de Carlos Djalma, traz uma síntese de sua produção no longo período profissional e de experimentação entre seu ateliê em Bolonha (Itália) e João Pessoa.
Suas pinturas figurativas poderiam enganar o olhar e confundir com uma fotografia, dada a perfeição da pintura, no entanto, ele parte do registro fotográfico e com tintas e cores expressa suas emoções. É interessante observar como ele consegue passar por várias “escolas” exibindo domínio nas técnicas. Na mostra, um contrapontos dia/noite, claro/escuro, campo/cidade.

A curadoria de ‘Percursos’ é de Dyógenes Chaves. A abertura da exposiçao acontece no dia 5 de novembro, às 20h.
Rua Juarez Távora, 243 – Torre, João Pessoa-PB, Tels. (83) 3221.5346 / 3221.6343

Artista Cledyr Pinheiro no acervo Babel das Artes

Cledyr Pinheiro, paraibano de Catolé do Rocha, esteve durante toda a infância e adolescência em João Pessoa. Em busca de mais vivência artística foi desbravar o Belém do Pará e depois outras cidades do Norte e do Sudeste do país.

Realizou exposições coletivas e individuais garantindo prêmios no III Salão Paraense de Arte Contemporânea – SPAC, Menção do Júri no Salão do desenho na Pinacoteca do Estado do Amazonas e conquistou uma bolsa de criação e pesquisa do Instituto de Artes do Pará.

De volta à capital paraibana, tem pintado incessantemente. Veja abaixo uma mostra de seus trabalhos à venda na Babel das Artes.

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cledyr-pinheiro-pintura-acrilicababeldasartes@gmail.com

Ares da metrópole paulistana na Babel das Artes

racheltatianaRachel e Tatiana dividiram apê em São Paulo. Agora ela veio visitar a amiga, que mora em João Pessoa há nove anos. Ela gostou muito dos tapetes de algodão de Tracunhaém/PE, e levou dois. A Tatiana também gostou muito da loja, posou com seus óculos de “star” e ficou de voltar.

Mas quem voltou mesmo foi a Rachel. E pra levar mais tapetes. Junto com eles, um porta-chaves com serigrafia do artista plástico pernambucano Arnaldo Lopes, e uma garrafa de Limoncello, bebida italiana feita artesanalmente pelo italianíssimo Giovanni, dono do restaurante La Tavernetta.

Rachel, se quiser mais tapetes, avise e a gente manda pra você.

A favela na visão de dois artesãos/artistas

Quem se lembra da abertura da novela Duas Caras (2007), da Rede Globo? O carioca Sérgio Cezar, “o arquiteto do papelão”, criou com lixo, sucata e materiais reciclados uma favela reunindo 1.500 maquetes que, juntas, ocuparam uma área de 64m². Há vinte anos, Sérgio trata de questões como meio ambiente e inclusão social. Em 1998, criou a ONG Recuperar-te com o objetivo de desenvolver projetos de inclusão social. Lá, Sérgio dá cursos de artesanato para crianças e jovens de comunidades carentes.

A favela produzida recentemente por Ana Serrano é um pouco diferente.  É produzida com esculturas de papelão e cartolina, utilizando colagens e recortes. A artista plástica americana, filha de pais mexicanos, também explora temas como posições socioeconômicas e culturais, estilo de vida, arquitetura e formas.

Veja outros projetos da artista em http://www.anaserrano.com

Fonte: radar55, olivier anquier

Artista do Brasil é destaque em Londres

Até 11 de janeiro de 2009, o britânico Tate Modern — museu de arte moderna e contempônea — apresenta uma grande retrospectiva do artista plástico brasileiro Cildo Meireles. Um dos mais destacados representantes latino-americanos da arte conceitual, Meireles brinca em suas instalações com todo tipo de escalas em uma tentativa de subverter continuamente nossa percepção da realidade.

Sua menor obra se chama “Cruzeiro do Sul” (foto), uma escultura, que consiste em um cubo de 9 milímetros, sendo metade de madeira de carvalho e a outra de pinheiro. Ela simboliza a cosmogonia (termo que abrange as diversas lendas e teorias sobre as origens do universo) dos habitantes primitivos da América, pois o atrito dessas duas madeiras produz fogo, a origem do mundo. Essa obra fica no chão de um quarto totalmente vazio iluminada apenas por uma fonte de luz que incide diretamente sobre ela. Já outras instalações são, pelo contrário, monumentais, como “Babel”, uma torre de aparelhos de rádio de vários modelos, tamanhos e épocas, todos eles sintonizados em estações diferentes, produzindo um som sem sentido.

Fonte: Yahoo Brasil! Notícias
Foto de Wilton Montenegro, cortesia do artista © Cildo Meireles