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Presos superam desafios com artesanato

A empresa gaúcha Reciclage, sob a liderança de Ricardo Rocha e Maíra Fontoura, tem como modelo de negócio a fabricação e comercialização de produtos feitos em áreas de exclusão social e baixa atividade econômica.

A partir deste conceito, criaram o projeto “Reciclando Vidas”, para a inclusão social de presos através da produção artesanal de sacolas e brindes corporativos.

O projeto vem se consolidando no Instituto Penal de Viamão com 700 detentos em regimes abertos e semi-abertos. As oficinas permanentes são ministradas pela Maíra Fontoura do blog Reciclagem Arte.

Brinde corporativo feito com lata reciclada

Sacolas feitas com jornais e revistas

Empresas Interessados em adquirir os produtos, oferecer matéria-prima ou ser parceiros podem obter mais informações pelo site http://www.reciclage.org ou pelos telefones 9666-2863 e 8440-3333.

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Exposição Artesanato Brasil e África

Para comemorar o Dia da África, 25 de maio, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), as embaixatrizes dos países africanos, da Indonésia e de alguns outros países, prepararam a Exposição de Artesanato Mês da África – Bazar Africano no dia 22, sábado, das 11 às 18h, na Embaixada da Costa do Marfim, em Brasília, DF.

Um grande público é esperado para o evento, já que corpos diplomáticos e representantes de organizações internacionais foram especialmente convidados. Além disso, as portas estarão abertas ao público em geral. A entrada para o evento custa R$ 5,00 para adultos e R$ 2,00 para crianças com idade entre 5 e 12 anos – menores de 5 anos não pagam.

Exposição de Artesanato Mês da África – Bazar Africano
Embaixada Côte D’Ivoire – Setor de Embaixadas

Artesanato brasileiro é diferencial no salão de design de Milão

Uma poltrona, uma chaise e um sofá revestidos com técnicas artesanais brasileiras estão em exposição no Salão Internacional de Móveis de Milão, que vai até o próximo dia 19 na Itália. A estratégia foi adotada pela Ronconi para ganhar mercado e diferenciar-se dos concorrentes.

Conforme explica a revista Época, o artesanato dá um tom de exclusividade para as peças, qualidade que decoradores e consumidores da alta decoração têm buscado para se diferenciar da padronização. A relevância do trabalho também se dá graças trabalho do design aliado ao das costureiras da Associação de Empreendedores Zumbi dos Palmares (AEZP), localizada na cidade de Colombo (PR).

Técnicas como fuxicos, colméia e amarradinho revestem sofás expostos em Milão.

Visite também http://www.babeldasartes.com.br/blog

Sapatos artesanais de algodão orgânico e renda renascença – design ecofriendly

COM003 Algodão renda no salto

COM004 Algodão renda plataforma

COM012 Rasteira moedas de renda

COM014 Rasteira flor de renascença

COM010 Algodão e detalhes em couro sintético dourado

São vários os designers que defendem o uso da identidade como orientação para o design. Em João Pessoa, PB, Rosangela Comparoni e Romero Sousa seguiram a tendência e acertaram no alvo. Ao unir o algodão colorido da Paraíba com a renda renascença do Cariri Paraibano,  os sapatos desenvolvidas por eles tornaram-se mais do que ítens de uma coleção de acessórios de moda. São exemplo de maturidade do design com identidade local. E mais, as referências ao artesanato brasileiro e o uso de materiais sustentáveis dão relevância diante da urgência global da prática do consumo consciente – neste caso algodão orgânico, o artesanato de comércio justo e os insumos industriais, como o solado, de material reciclado.

A coleção reúne 19 modelos, entre eles um sapato plataforma usado no Fashion Rio em janeiro deste ano.  Na agenda de Rosangela já estão programadas várias feiras e eventos, incluindo o Pret a Porter de Paris, em junho. A coleção é inspirada: tem estilo e prega o conforto — estar à vontade a qualquer hora e em qualquer lugar.

Os sapatos foram desenvolvidos com o algodão da Paraíba que já nasce colorido, sem uso de aditivos ou pesticidas A renda Renascença é uma técnica têxtil com origem italiana. A arte de tecer chegou à Paraíba na década de 1950 e se difundiu de geração em geração. A atividade se concentra hoje na região do Cariri, onde mais de 400 rendeiras estão organizadas em cinco associações. Tradicionalmente tecida com linha branca, nos sapatos as rendas são tingidas com casca de caju ou cebola para uma composição harmoniosa com a malha de algodão de tom rubi.  Alguns modelos tem detalhes em dourado, alinhado com demanda da moda em 2010. O solado e os saltos são de PVC reciclado.

Os calçados ecofriendly são feitos sob encomenda a preços irresistíveis. Veja mais modelos no Catálogo BABEL DAS ARTES. Alguns já estão disponíveis para encomenda na Loja virtual (clique no botão abaixo). Os números vão do 34 ao 39.

babeldasartes@gmail.com

Artesanato e gastronomia da Paraíba em mostra no Rio de Janeiro

Em abril os cariocas vão conhecer um pouco mais sobre a cultura paraibana no evento “Rio Mostra Paraíba” que será realizado no Centro de Referência do Artesanato Brasileiro – CRAB. A Paraíba levará 15 tipologias do artesanato do estado, além da gastronomia, representada pela cocada, cachaça e a rapadura e show de humor de Jessier Quirino e a música do Clã Brasil.

Para convidar os cariocas a conhecerem a cultura da Paraíba, durante o dia 3 o carrinho PB Pop estará divulgando o evento na  Feira de Antiguidades, no bairro da Lapa.

O CRAB fica na Praça Tiradentes, no coração do Rio de Janeiro. São três casarões. Alguns ainda em reforma.

O evento é uma parceria do Sebrae Paraíba, Sebrae Rio de Janeiro e Governo do Estado

Variedade na vitrine da Babel das Artes

Arte popular e artesanato - feitos à mão no Brasil - Arts and Crafts made in Brazil - Artesanias y manualidades

Todo dia tem novidades em peças feitas à mão exclusivas na Babel das Artes. Aproveite o ínício do ano para dar um upgrade em sua casa ou no seu guarda-roupa. A Babel das Artes também é uma ótima opção para dar presentes diferenciados. Visite todos os dias o blog e a loja virtual.

No RJ, artesanato sustentável na Cidade de Deus

Um grupo de 20 mulheres denominado Alfazendo, cria com reciclagem diversos acessórios de moda dentro da comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. A partir da observação do resíduo sólido, como latinhas, PETs, papel e papelão, as artesãs perceberam que se estas embalagens fossem reaproveitadas gerariam um valor muito maior. Assim, o quilo de PET (70 garrafas) que custava R$ 0,70, passaram a valer muito mais: de R$ 15 a R$ 50 quando transformadas em bolsas (que usam de 28 a 40 unidades).

Atualmente, a renda do grupo é dividida desta forma:  25% fica para a compra de material, 20% para a manutenção do espaço e 55% para as artesãs. O negócio está prosperando e elas já atendem, inclusive, a duas lojas na mesma cidade — uma em Freguesia e outra em Jacarepaguá.

Fonte: Sidney Rezende