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Escultura de Oziel Coutinho ilustra folder da Paralela Gift

Recebemos aqui na Babel das Artes convites para visitar a 16ª Paralela Gift, evento que acontece simultaneamente à 15ª Craft Design, em São Paulo. E olha lá que agradável surpresa: ver o cachorro que chamamos carinhosamente de Baleia (em referência à obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos) esculpido pelo artista popular paraibano Oziel Coutinho na divulgação do evento!

Clique para ampliar e veja o destaque com círculo vermelho.

Divulgação de Paralela Gift inclui obra de Oziel Coutinho.

Divulgação de Paralela Gift inclui obra de Oziel Coutinho, artista popular da Paraíba.

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O cachorro ilustra a palestra do jornalista Marcelo Lima, com o tema “Consumo de Design no Brasil e no mundo”, que faz parte do ciclo de debates do evento.

Aqui na Babel das Artes nós adoramos os móveis e as esculturas de bichos do Agreste do artista popular paraibano Oziel Dias Coutinho. Suas obras já passearam pela Galerie Lafayette, em Paris, já ocuparam páginas de revistas de decoração, como Casa Claudia, e estão em galerias de arte por todo o Brasil. Como somos pequenos e modestos, temos poucas obras de Oziel Coutinho. O melhor é que nossos preços são de lojinha, não de galeria, já que temoss custos menores.
Aproveite e solicite a sua escultura !

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Os bichos do artista popular Oziel Coutinho são feitos com tronco de mulungu. No acabamento, apenas pó de madeira, cola branca, tinta fosca e um leve desgaste com a lixa. As orelhas são de couro de bode.

Para comprar esculturas de Oziel Coutinho, escreva pra gente em babeldasartes@gmail.com

Fotos: Marcelo Pereto

Mestre Vitalino inspira Carnaval carioca

mestre-vitalinoOntem, sábado, a escola de samba Império da Tijuca levou para a Marquês de Sapucaí a história de Vitalino Pereira dos Santos. Com o enredo O mundo de barro de Mestre Vitalino, o desfile homenageou os 100 anos do artesão, que será comemorado em julho deste ano.

Detalhes do desfile:
Comissão de frente
–  alusão à criação divina, já que segundo a Bíblia, o homem foi feito de barro e Vitalino perpetuou o homem sertanejo através do barro;
Primeiro setor – o carnavalesco relembrou a mãe do artista, que vendia panelas de barro e, para distrair o menino, dava restos de barro para o garoto modelar. Tudo o que Vitalino via de animais à volta, ele modelava. Depois de uma tempo, ela passou a vender mais as obras das crianças do que as panelas;
Quarto carro – “De Caruaru Para o Mundo” – Mostrou como o mundo descobriu Mestre Vitalino. Um artista plástico visitou a Feira de Caruaru, ficou encantado e o levou para o Rio de Janeiro, onde fez uma exposição no Museu de Arte Moderna. Ensinou Vitalino, que era analfabeto, a autografar as peças com a sigla VPS, de Vitalino Pereira dos Santos. A partir daí, ele chegou a expor suas obras no Louvre, em Paris;

Para ouvir o Samba Enredo clique aqui.

Para ver o organograma completo do desfile clique aqui.