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Alegria e disposição pra garimpar arte popular

marisa+olgaMarisa e Olga vieram passear em João Pessoa. Uma é socióloga, a outra antropóloga. Apaixonadas por arte popular e artesanato, já tinham no roteiro uma passagem pelo Mercado de Artesanato, em Tambaú, e uma parada na Babel das Artes, que Marisa conheceu pela internet.

Elas se encantaram com a loja. Encontraram presentes pra elas e pra amigos e parentes. Mas não foi fácil decidir o que levar. Foram várias agradáveis visitas pra escolher carteiras e bolsas de chita, das Cabritas de Boa Vista/PB; bijoux feitas com escamas de peixe, da Flor do Mar; miniaturas de cerâmica de Serra Branca/PB. Com dificuldade, Marisa deixou pra trás a boneca feita com papel machê e cabaça, do artista paraibano Babá Santana (ela continua sentadinha, esperando o seu pedido).

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Literatura e artesanato atraem visitantes

mariaedinalvaAs irmãs Maria e Dinalva (à frente) vieram de São Paulo, onde moram, apenas para prestigiar o lançamento do livro “Santa Brígida” do irmão Humberto Mesquita, em evento amanhã, dia 7 de maio, às 19h, no Espaço Cultural Zarinha, em Tambaú.

Elas são paraibanas, assim como o escritor, mas como estavam de visita, aproveitaram para dar um giro como turistas no Mercado de Artesanato — só por diversão. No entanto, Dinalva não resistiu às bonecas de cabaça e papel machê, de Babá Santana, e levou uma pra sentar na sua estante. Aproveitou também pra arrematar um bracelete de metal e miçangas e um porta-moedas feito de chita, das Cabritas de Boa Vista.

Sua irmã Maria levou também um bracelete e um porta-moedas. E escolheu um lindo anel de metal trabalhado. Só peças finas. Agora é esperar o grande evento e arrasar.

Artesanato é tema de pesquisa em Design de Moda

larissaedanubiaLarissa e Danúbia são universitárias, alunas do curso de Design de Moda da Unipê, em João Pessoa. Vieram ao Mercado de Artesanato atrás de referências e informação visual pra realizar um trabalho do curso.

Na Babel das Artes elas encontraram muito material pra sua pesquisa. Conheceram o batik do Catolé do Rocha, no sertão paraibano, as serigrafias e pinturas dos adolescentes do Projeto Jovem Artesão, da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife; o trabalho do paraibano Guariguazi, que transforma qualquer pedaço de madeira em ultracoloridos personagens do nosso cotidiano e o circo itinerante feito de cabaças do Babá Santana. Também descobriram a arte ingênua de Analice Uchôa, as mulheres de barro da Lucineide Guilhermino, da Tê e da Mara Cavalcanti, os utilitários de cerâmica da Nevinha e do Tôta vindos de Itabaiana, as bolsas de chita da Cooperativa As Cabritas, de Boa Vista/PB e os pássaros e as cabeças do mestre da xilogravura José Altino, que ilustram camisetas feitas com algodão colorido da Paraíba. Se encantaram com o as peças em escama de peixe da Cleide Cunha, produzidas por uma associação de mulheres de Recife/PE. Larissa não resistiu e levou um anel da coleção pra dar de presente.

Meninas, queremos ver o resultado final da pesquisa. Com tanta inspiração, certamente será algo muito criativo.

“O mar quando quebra na praia é bonito”…

claudiaeigor1…assim cantarolava o baiano Dorival Caymmi. A canção traduz a satisfação de Igor (também baiano) ao conhecer o litoral de João Pessoa. Igor e Claudia vivem em Porto Velho/RO e chegaram na Paraíba para curtir as férias. Igor estava com tanta saudade de mar que quase se mudou pra areia. Antes de voltar pra casa, passaram na Babel das Artes. Encontraram peças exclusivas, como as bolsas das Cabritas de Boa Vista, feitas com chita desfiada, trabalhadas em tear de pregos, e as peças de cerâmica artesanal com motivos rupestres, do Rio Grande do Norte. Foram embora com a mala cheia de presentes e muita vontade de voltar, não é verdade?

Porta-treco de chita de “As Cabritas”

cabritas_porta_moedasCom 22 associadas, a Cooperativa As Cabritas de Boa Vista fica no Centro do Agreste Paraibano, a 202 Km de João Pessoa. As Cabritas são orgulhosas de serem assim chamadas porque o diminutivo traduz o arrojo do animal — atrevido –, que a tudo resiste e de tudo come para sobreviver.

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Porta-treco/porta-moedas em diversas cores de chita: R$ 12 + frete.

Para saber custo do frete envie CEP para babeldasartes@gmail.com

Presentes feitos à mão vão para Brasília

kathiajoseKathia e José vivem no Distrito Federal e vieram sentir a brisa do mar em João Pessoa. Passearam muito e, entre as possibilidades de diversão na cidade, escolheram visitar o Mercado de Artesanato, em Tambaú. Na Babel das Artes, Kathia se encantou com o trabalho artesanal da cooperativa de artesãs As Cabritas de Boa Vista/PB. Levou uma bolsa de macramê feita com chita desfiada para presentear. Um luxo! Também adquiriu um broche e um par de brincos de escamas de peixe da coleção de Cleide Cunha, produzidos por uma associação de mulheres em Recife/PE.

Ao simpático casal nosso muito obrigado!

Dias de paixão em João Pessoa

mariaelizaalexandreMaria Eliza, a Liza, é de Recife/PE, mas mora em João Pessoa. Alexandre é de Aracaju/SE, aonde vive. Aproveitaram pra encurtar um pouco a distância e curtir a cidade juntinhos. Eles entraram na Babel das Artes e ela ficou encantada com tudo. Escolheram uma carteira das Cabritas, cooperativa de artesãs de Boa Vista/PB, feita com chita em tear manual, pra dar de presente. Chiquérrima. Claro que a Liza não resistiu e levou uma pra ela também. Garota esperta. Essas carteiras não costumam durar muito tempo na nossa vitrine.

No próximo reencontro, por favor, apareçam por aqui.