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Presos superam desafios com artesanato

A empresa gaúcha Reciclage, sob a liderança de Ricardo Rocha e Maíra Fontoura, tem como modelo de negócio a fabricação e comercialização de produtos feitos em áreas de exclusão social e baixa atividade econômica.

A partir deste conceito, criaram o projeto “Reciclando Vidas”, para a inclusão social de presos através da produção artesanal de sacolas e brindes corporativos.

O projeto vem se consolidando no Instituto Penal de Viamão com 700 detentos em regimes abertos e semi-abertos. As oficinas permanentes são ministradas pela Maíra Fontoura do blog Reciclagem Arte.

Brinde corporativo feito com lata reciclada

Sacolas feitas com jornais e revistas

Empresas Interessados em adquirir os produtos, oferecer matéria-prima ou ser parceiros podem obter mais informações pelo site http://www.reciclage.org ou pelos telefones 9666-2863 e 8440-3333.

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Piquenique sustentável: sem isopor, plástico ou alumínio

Imagine aproveitar a hora do almoço para, no lugar de enfrentar as filas do self-service, fazer um piquenique com os colegas do escritório?

Em 2004 a designer Tine de Ruysser desenvolveu com dobraduras o conceito de embalagens com papéis sulfite e até outros de rascunho. Na verdade é apenas uma instalação – um piquenique conceito –, mas a ideia é inspiradora: papel no lugar de isopor, plástico ou alumínio.

Para beber? Que tal cada um levar, além da bebida, a própria xícara?

Mulheres: “Seguiremos em marcha, até que todas sejamos livres”

Cerca de duas mil mulheres caminharam 116 quilômetros desde Campinas/SP (8 a 18 de março), de onde saíram até São Paulo, destino final da 3ª Ação Internacional do movimento.

Ao todo, no Brasil, três mil mulheres dos 27 estados brasileiros participaram da chamada Ação 2010, que tem quatro eixos de luta: autonomia econômica das mulheres, paz e desmilitarização, pelo fim da violência sexista e pela defesa dos bens comuns e serviços públicos.

O lema da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres é “Seguiremos em marcha, até que todas sejamos livres”. Por isso, nem no Brasil, nem nos outros 51 países que realizaram atividades no primeiro período de lutas (de 8 a 18 de março), significou um ponto final. O segundo período de lutas será de 7 a 17 de outubro, na República Democrática do Congo.

Foto extraída do site Marcha Mundial das Mulheres

Pixel Solidário GRAACC

Selo Campanha GRAACC

Estenda a mão você também para as crianças com câncer. Eu doei este post, você só precisa doar um SMS = R$ 4,00 + impostos. Envie seu nome p/ 49222.

Colabore, separe seu lixo. Em João Pessoa tem coleta seletiva

Separar o lixo não dá trabalho nenhum. Não precisa ter quatro cestos separados. Basta que você tenha dois: um para lixo orgânico (resto de frutas e de alimentos) e outro para recicláveis. como jornal, revista, folhas de papéis, papelões, cartazes, garrafas e potes de vidro, caco de vidro, garrafas e embalagens de plástico, descartáveis, latinhas, enlatados, objetos de cobre e alumínio, ferro e outros.

A coleta seletiva é realizada uma vez por semana. Em breve publicaremos a agenda de coletas.

Parada gay reúne cangaceiros no sertão

 

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Foto da matéria "Os Gays do Cangaço", na revista Época

A revista Época em “Os Gays do Cangaço” destacou a polêmica gerada pela primeira Parada Gay em Serra Talhada, no sertão pernambucano, a 415 km de Recife. O evento, organizado pelo grupo Cangagay, contou com dez homossexuais vestidos de roupas de couro e armas cor-de-rosa, no estilo “seguidores de Lampião”.

Como um vereador apresentou projeto tornando os trajes de cangaceiros um símbolo oficial de Serra Talhada, considerou o uso como pejorativo. Se aprovado (será votado amanhã, dia 9) o risco é de proibição do uso do traje no próximo evento.

Cultura Indígena: da oca à aldeia global

Almir Surui usa internet para denunciar desmatamento

Almir Surui usa internet para denunciar desmatamento

Almir Surui, da tribo Pater Surui, descobriu pelo Google Earth que as árvores da reserva 7 de Setembro da qual é líder — 250 mil hectares entre Rondônia e Mato Grosso — tinham desaparecido. Segundo reportagem do Link, o cacique resolveu se articular com a ONG Equipe de Conservação da Amazônia (ACT) e foi para São Francisco, nos EUA, a procuraria do Google. Seu objetivo era conseguir apoio do buscador para denunciar o descaso do poder público com a preservação das terras indígenas e da Amazônia.

Com a parceria com o Google Earth Outreach, a divisão filantrópica da companhia, os surui receberam equipamentos para que eles mesmos possam identificar um foco de retirada ilegal de madeira na região. Os índios também fazem vídeos e disponiblizam no Youtube.

O caso já tem até documentário: Trocando Arcos e Flechas por Laptops produzido por Denise Zmekhol. A cineasta revela a transição radical de uma tribo que saiu “da idade da pedra ao mundo digital em 40 anos” —  já que o primeiro contato dos Surui com o homem branco foi 1969.

Fonte: Link