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Cerâmica marajoara pra amigo secreto

img_2806Guilherme e Gabriela  são clientes fiéis da Babel das Artes. De malas prontas pra viajar e rever a família no interior de São Paulo, vieram atrás de um presente pra amigo secreto. Escolheram uma linda miniatura de cerâmica marajoara, da cidade de Icoaraci/PA. Logo estarão de volta pra retomar o curso de mestrado em Zoologia Universidade Federal da Paraíba – UFPB.

Em tempo, Guilherme! Nossa nova aquisição, vinda diretamente de uma feira internacional em Minas Gerais, é especial pra você. Uma série de lagartos coloridos, pequenos filhotes do nosso mascote. Temos certeza que você vai levar um deles pra casa. Até breve.

Cerâmica Marajoara em diversos tamanhos

Até os anos 60, em Icoaraci, 20 km de Belém/PA, a produção de cerâmica se resumia a telhas, tijolos e potes. Havia apenas dois ou três ceramistas fazendo trabalhos artísticos. Ao chegar a Icoaraci, Mestre Cardoso (falecido em abril de 2006) resgatou a arte marajoara fazendo pesquisas no Museu Paraense Emílio Goeldi. E despertou nos artistas locais o interesse pelas cerâmicas amazônicas – marajoara, tapajônica, santarena, etc. Mestre Cardoso atraiu a atenção dos moradores pela reação positiva dos turistas e, conseqüentemente, retorno financeiro. Nos anos 70 verificou-se em Icoaraci o começo de uma fase de grande produção de réplicas imitando o estilo das obras pertencentes ao Museu. Assim, para ganhar o sustento da família, até as pessoas que jamais tinham se dedicado à cerâmica montaram oficinas.
Hoje o distrito de Icoaraci é o maior centro produtor e divulgador da cerâmica indígena amazônica. No centro do distrito fica o bairro do Paracuri, onde se concentram cerca de 90% da comunidade de ceramistas.

Preços dos vasos: sob consulta / Para saber custo do frete envie CEP para babeldasartes@gmail.com

Um furacão de solidariedade

Sandra programava ir para Cuba, no Caribe, mas o furacão Ike a fez mudar de rota. Decidiu então vir até João Pessoa/PB mesmo sem o marido, que já tinha perdido o prazo para as merecidas férias…

No city tour conheceu Ricardo que também veio curtir a primavera por aqui. Juntos eles se enfronharam pelo colorido mundo do artesanato regional. Enquanto Ricardo se divertia com os bonecos de papel machê com cabaça e comprava o chaveiro com frutas tropicais de feltro, Sandra vasculhava um presente especial para a adorada irmã. Gostou de tudo, mas se rendeu aos apelos do comércio justo no trabalho de pintura no bowl de Marcelo, do programa Jovem Artesão, que ensina o ofício a menores das comunidades de Recife/PE, e às cerâmicas da Serra da Capivara, que envolve o trabalho de 27 famílias no entorno do Parque Ambiental no Piauí. Além destes ítens, levou colar, cerâmica marajoara e alguns imãs de geladeira do Pará.

Depois das horas

Josy e Mario passaram na Babel das Artes já no finalzinho do dia. Entraram só pra “dar uma olhadinha”, mas não resistiram. Na bagagem de volta pra São Paulo vai um vaso de cerâmica marajoara, da região de Icoaraci, em Belém/PA, um cinzeiro de cerâmica feito por uma associacão de artesãos do Rio Grande do Norte e um brinco de escama de peixe, da coleção da designer Cleide Cunha.

Eles se encantaram com João Pessoa e querem voltar. Sabem que tem muito mais pra visitarem. Serão sempre bem-vindos.

As bijoux de escama de peixe são feitas artesanalmente por uma associação de mulheres do Recife/PE, com orientação da designer.

Retornam para SC com marajoara na bagagem

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A família Garcez entrou na loja já sabendo o que queria. Peças de cerâmica marajoara, encomendadas por uma amiga de Santa Catarina que viu tudo pela internet em nossa loja.

Depois de dois anos em João Pessoa, os simpáticos catarinenses vão retornar à terra natal levando consigo uma peça da categoria arte indígena — o que há de mais representativo no artesanato brasileiro.

Cerâmica marajoara a caminho de São Paulo

Fátima e o marido entraram na loja, olharam, ouviram e saíram dizendo: “A gente volta”. E voltaram mesmo. Foram direto na prateleira da cerâmica marajoara e escolheram um lindo vaso pra decorar a casa em São Paulo.

A cerâmica tem origem no distrito de Icoaraci, no Pará — atualmente o maior centro produtor e divulgador da cerâmica indígena amazônica. No centro do distrito se concentram cerca de 90% da comunidade de ceramistas.

Um artista na Babel das Artes

Jeitão tranqüilo, olhar atento, o piauiense Jackson chegou como quem não quer nada e acabou saindo da loja com várias lindas peças. Empresário do setor de Educação e artista dos bons, ele se identificou com a Babel das Artes. Levou para casa busto de cerâmica do Lee, porta-canetas com gravura de Arnaldo Lopes e peças de arte indígena como a cerâmica marajoara e tapajônica.

Visitante assíduo de João Pessoa, saiu da loja prometendo voltar. Fique à vontade.