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Livro destaca influências de raças e de culturas na comida pernambucana

Livro ilustrado tem 200 receitas

Livro ilustrado tem 200 receitas

Foi lançado nesta semana o livro ”Civilização do Açúcar – História dos Sabores Pernambucanos’, da pesquisadora Maria Lectícia Cavalcanti. O livro é resultado da parceria entre a Fundação Gilberto Freyre (FGF) e o Sebrae e integra uma das ações realizadas no projeto Roteiro Integrado da Civilização do Açúcar.

A obra traz mais de 200 receitas, que vão de entradas a sobremesas. O livro destaca as influências que o índio, o português e o africano deixaram no preparo desses alimentos.

‘Civilização do Açúcar – História e Sabores Pernambucanos’ dá continuidade a uma política editorial sobre o tema Civilização do Açúcar construída por meio de parceria entra a Fundação Gilberto Freyre e o Sebrae. Essa ação teve início em 2007 com o lançamento do livro ‘Civilização do Açúcar’, coletânea de textos de vários estudiosos. Em março deste ano foi lançado o livro ‘Assombrações e Coisas do Além’, de Fátima Quintas.

Veja também:

Paraíba no roteiro “Civilização do Açúcar”

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Comida é cultura: Jantar do Século em SP

É hoje no hotel Grand Hyatt o Jantar do Século — um evento sem paralelo na gastronomia mundial que reunirá 17 chefs espanhóis, entre eles Ferran Adrià, Juan Mari Arzak e Martín Berasategui. Juntos eles reúnem 24 estrelas recebidas pelo guia francês Michelin, o Oscar do setor. “Em certa medida, é como se juntassem Picasso, Goya e Miró para pintar cada um o seu quadro para a mesma casa”, resume o jornal Folha de S. Paulo. Alex Atala, um dos 50 melhores do mundo, é o único chef brasileiro a pilotar o fogão ao lado destas feras. O jantar é o pontapé inicial para o II Fórum de Gastronomia entre os dias 4 e 6/11 que também terá palestras dos chefs no Mesa Tendências, organizado pela revista Prazeres da Mesa.

Para degustar o jantar, limitado a 80 lugares, foi realizado um leilão com lance mínimo de R$ 5 mil. Na Espanha custaria ainda mais. Seria preciso desembolsar em média 400 euros (R$ 1.170) por cada refeição em qualquer restaurantes destes chefs. Além disso, em alguns deles a reserva teria que ser feita com até um ano de antecedência, como no caso do El Bulli, de Adriá. Para que os convivas comam sem culpa, parte da renda custeará projetos beneficentes voltados à formação de cozinheiros e à inserção de profissionais no mercado.

Para promover um intercâmbio, no final do evento a comitiva de 40 espanhóis (os chefs e seus assistentes) vão comer feijoada, provar petiscos, sarapatel e cachaça no restaurante Mocotó, na zona Norte da cidade. Também vão assistir a um ensaio da escola Pérola Negra, na zona oeste. Depois a turma segue para o Rio e, em seguida para a Amazônia, onde alguns querem estudar mais a fundo produtos como açaí, cupuaçu e pirarucu.

Fontes: Folha de S. Paulo/O Estado de S. Paulo Foto: Divulgação

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