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Museu Ambulante: arte ao alcance de todos

Theo Craveiro e seu Museu Ambulante

A ideia é circular por aí. Assim, o artista, designer e fotógrafo Theo Craveiro planeja levar arte a qualquer lugar e a quem quer que seja.  O Museu Ambulante deve marcar presença em situações diversas.  “Com o Museu Ambulante, participo de alguma forma, até da abertura da Bienal, se quiser”, declarou no blog da Sagatiba.

Na primeira mostra, em São Paulo, Craveiro esteve em frente ao Museu de Arte Moderna (MAM). Neste dia, expôs o Formigueiro – Idéia Visível (1956), baseado em desenho de Waldemar Cordeiro e também o quadro Armário — com 30 gavetas — uma reflexão sobre o uso e utilidade na Arte. Tomara que em seu itinerário, o Museu Ambulante alcance João Pessoa, PB.

Estratégias de circulação da Arte

Estratégias de Circulação é a primeira mostra do Museu Ambulante

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Inscrições para exposições 2010/2011 no MUnA, MG

Estão abertas até 5 de março as inscrições para artistas, curadores e demais interessados em participar do calendário de exposições de 2010/2011 do Museu Universitário de Arte (MUnA), da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Serão aceitos projetos de arte contemporânea de artistas e/ou curadores brasileiros ou estrangeiros maiores de 18 anos, nos diversos campos de atuação das artes visuais.

Informações: www.muna.ufu.br.

Artistas sem galeria, uni-vos!

O site Mapa das Artes, de Celso Fioravante lançou o projeto 1° Salão dos Artistas Sem Galeria, direcionado a todos que precisam entrar no disputado circuito das artes. Para se inscrever, o artista precisa ter mais de 16 anos, ser brasileiro ou estrangeiro residente no Brasil e, claro, não estar em galeria. Deverá ainda pagar uma taxa de R$ 100,00.

Os inscritos serão avaliados por curadores, galeristas e artistas, e os portfólios selecionados serão apresentados a galerias do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Os selecionados ganharão ainda uma mostra coletiva com pró-labore de R$ 600,00 por participação e, dentre eles, três sairão premiados. As inscrições vão até 30 de janeiro.
Dúvidas para o e-mail mapadasartes@uol.com.br.

“Gato” estréia no IV Festival de Curta Fantástico ou “Cinema de Borda”

POSTERGATO_festival3O mais recente conceito dos filmes que fogem dos padrões comerciais é o Cinema de Borda.

Trata-se de realização independente com produção audiovisual “subterrânea” e, na maioria das vezes, de baixíssimo orçamento e com temática de terror — muitos se utilizam do gênero ‘splatter’ (doses generosas de sangue e objetos cortantes).

Diretores renomados do cinema começaram suas jornadas com filmes considerados trash, como Sam Raimi (Diretor de Homem-Aranha), que escreveu e dirigiu o filme de horror A Morte do Demônio (1981). Esta será, provavelmente, a tragetória de Joel Caetano, da Recurso Zero Produções, que escreveu, dirigiu, editou, interpretou e produziu 11 curtas independentes. Depois do sucesso de “O Assassinato da Mulher Mental“, ele lança esta semana “Gato”, um conto de terror sobre um homem, um gato — e muito sangue.

“Gato”, o novo filme de Joel Caetano participa do IV Festival de Curta Fantástico, o maior festival de curtas desse gênero no mundo, que conta com dezenas de filmes tanto na competitiva quanto na paralela, além de palestras e cursos. Para ver a programação visite o site  http://www.cinefantastico.com.br

“Gato” estreia dia 07/11 as 17hs do sábado (no Cine Olido) com reprise dia 11/07 às 15hs de uma quarta-feira (no Centro Cultural Banco do Brasil). As salas de exibição estão em São Paulo, no Centro.

Maio de 1968 em Paris é tema de exposição em João Pessoa/PB

Uma instalação no Centro Cultural Zarinha, em Tambaú, promete contar como a insurreição popular que superou barreiras étnicas, culturais, de idade e de classe em maio de 1968, em Paris. Criada por Alexandrino Filho, professor de literatura francesa da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, a Instalação – “O Poético e o Político em Maio de 68 na França” recebeu o nome de Paralelepípedos, a Praia. É composta por torres ilustradas por slogans, mais de 100 cartazes e mais de 100 imagens da época. A exposição foi apresentada pela primeira vez em maio do ano passado, no centro de vivência da UFPB e pretende colocar o público em contato com o legado ideológico do movimento.

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Segundo Alexandrino Filho, o título é um dos slogans que se usava na época, na linha do “Sejamos realistas, exijamos o impossível”. “Sob os paralelepípedos, a praia’ significa que debaixo do velho tem o novo”, que é preciso quebrar uma estrutura podre para fazer o novo surgir. Além disso, há a relação do paralelepípedo com o duro e a praia com a areia, o prazer do verão”. Ele também lembra que os paralelepípedos das ruas eram as armas dos manifestantes para enfrentar a polícia.

Até 01 de outubro. De seg. a sáb. das 14h às 21h. Av. Nego, 140, Tambaú, João Pessoa/PB

Mostra em Paris revela estética e caos de São Paulo

sp-mon-amourAté 26 de setembro, a estética inesperada do caos, de uma cidade múltipla considerada a maior metrópole latino-americana,  pode ser vista em Paris. A exposição São Paulo, Mon Amour reúne nove artistas brasileiros — fotógrafos, grafiteiros, pixadores, videastas, artista plástico e ilustrador.
A cidade é vista na ótica e na obra de Rogerio Canella, Ludovic Carème, Alessandra Cestac, Xavier Faltot, Gal Oppido, Alexandre Orion, Caecilia Tripp, Zezão e Wagner & Ricardinho.
O projeto recebeu apoio do Ministério da Cultura, por meio do edital de Seleção de Passagens Aéreas com recursos do Fundo Nacional da Cultura, e da ação Fomento a Grupos e Redes da Diversidade Cultural Brasileira da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC).

A exposição tem entrada gratuita na Maison des Métallos (Casa dos Metalúrgicos – 95 Rue Jean Pierre Timbaud 75011), espaço cultural mantido pela Prefeitura de Paris, que constitui um lugar histórico dos metalúrgicos franceses e dos movimentos de resistência política na França. Depois de Paris, a exposição deverá ser mostrada no Brasil, em local ainda a ser definido.

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Fonte: Minc

Campanha fotográfica “África em Nós”

Genial. Em São Paulo, a Secretaria de Estado da Cultura lançou a Campanha Fotográfica África em Nós. Aberta a amadores, fotógrafos profissionais e estudantes, a ação convoca a população paulista a mostrar, por intermédio da fotografia, a influência africana no cotidiano do povo brasileiro.

As 100 melhores fotos serão publicadas em um livro/catálogo e vão também integrar uma exposição, dentro da programação cultural do Mês da Consciência Negra, celebrado em novembro. Serão aceitas imagens em qualquer formato, tamanho e mídia entre 9 de junho a 15 de setembro. Cada participante pode mandar até 10 fotos para o site da campanha http://www.africaemnos.com.br, junto com o termo de autorização de uso de imagem. Já as fotos em papel devem ser encaminhadas para a Caixa Postal 13888, CEP: 01216-970, São Paulo/SP.