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Arrasta-pé com rasteira ecochic de algodão

As rasteiras da coleção de Romero Sousa, da Z-AZ são lindas e superconfortáveis.

As tiras são de algodão colorido da Paraíba certificado pelo Embrapa (já nasce com a cor, sem aditivos ou corantes). A palmilha é de tecido 100% algodão e a impressão em serigrafia com detalhe de xilogravura de cordel é feita com tinta à base de água. O solado de PVC reciclado. Numeração do 34 ao 39.

Veja outros modelos na loja virtual Babel das Artes.

*Ecologicamente e socialmente justo: A marca Z-AZ faz parte do grupo Natural Cotton Color. A cooperativa de moda que baseia toda a sua produção no algodão da Paraíba — especial e único porque já nasce colorido, sem uso de corantes ou aditivos (certificado pelo Embrapa). O plantio e a colheita são organizadas por cooperativas no sertão da Paraíba e ajudam a manter os pequenos agricultores no campo. As rendas produzidas com linha branca, são tingidas com corantes naturais obtidos da casca de caju e de cebola e fazem composição harmoniosa com o algodão de tom rubi. A produção envolve 400 rendeiras organizadas em cinco associações no Cariri Paraibano.

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Exposição abre Festival de Artes Visuais em João Pessoa, PB

O Festival de Artes Visuais da Paraíba (FAVI/PB) criado em 2001, chega a 7ª edição comemorando os 10 anos da Associação dos Artistas Plásticos da Paraíba (ASSOCIARTE/PB) e o Dia do Artista Plástico, 8 de maio. O tema da vez é “Sentimentos”.

A exposição na Estação Ciência e Artes, no Cabo Branco, abriu oficialmente o Festival. Na galeria, estão pinturas, esculturas e instalações de vários artistas locais, entre eles, Ana Lúcia Pinto, Célia Gondim, Dadá Venceslau, Eliakim Queiroz, Evanice Santos, Fátima Queiroga, Fred Svendsen, Percy Fragoso, Célia Romeiro, Catarina Guirmarães, José Otávio, Salomé Sarmento, Néné Cavalcanti, Fernanda Rolim, Hector Molina, Flávio Tavares, Gina Dantas, Chico Pereira, Lu Maia, Marletti Assis, Nadja Lacerda, Paulo Aurélio, Raisse Herculano, Sandra Valdujo, Selma Sanches e Wilson Figueiredo. A curadoria é de Lucia França.

O Festival de Artes Visuais inclui ainda exposições e eventos em outros espaços como o Centro Cultural de São Francisco, Centro Cultural da Câmara Municipal de João Pessoa, Serviço Social do Comércio (Sesc), Manaíra Shopping, Ateliê Coletivo Moara e Casarão 34. Haverá oficinas e palestras em vários espaços (veja programação aqui). O Festival de Artes Visuais da Paraíba termina em 31/5.

Ação, reação e fragilidade: na instalação "Sagrado Sentimento" de José Otávio Porfírio as peças possuem movimento visual e também ao serem tocadas.

Santo Antônio, por Sandra Valdugo: a construção da obra envolveu santinhos e interavidade com pedidos de internautas ao santo casamenteiro

Com sua escultura de cerâmica e canetas, Selma Sanches estimula o visitante a intervir na obra escrevendo na peça os seus próprios sentimentos.

Frases e questões sentimentais para ler diante do espelho. Instalação "Caixa de Clarice" (Linspector) de Paulo Aurélio.

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Artesanato e gastronomia da Paraíba em mostra no Rio de Janeiro

Em abril os cariocas vão conhecer um pouco mais sobre a cultura paraibana no evento “Rio Mostra Paraíba” que será realizado no Centro de Referência do Artesanato Brasileiro – CRAB. A Paraíba levará 15 tipologias do artesanato do estado, além da gastronomia, representada pela cocada, cachaça e a rapadura e show de humor de Jessier Quirino e a música do Clã Brasil.

Para convidar os cariocas a conhecerem a cultura da Paraíba, durante o dia 3 o carrinho PB Pop estará divulgando o evento na  Feira de Antiguidades, no bairro da Lapa.

O CRAB fica na Praça Tiradentes, no coração do Rio de Janeiro. São três casarões. Alguns ainda em reforma.

O evento é uma parceria do Sebrae Paraíba, Sebrae Rio de Janeiro e Governo do Estado

Pontos turísticos da Paraíba dão nome a ruas de conjunto residencial

Em Gramame, acaba de ser aprovado o Projeto de Lei que denomina as 13 ruas do Conjunto residencial Parque Sul I, em Gramame, litoral sul de João Pessoa, com nomes de pontos turísticos da Paraíba. Os nomes foram escolhidos em uma assembléia em 26 de setembro com a participação de moradores da comunidade.

Estes foram os aprovados pela Câmara Municipal: Rua 01 – Igreja de São Francisco; Rua 02 – Cristo Rei; Rua 03 – Farol do Cabo Branco; Rua 04 – Memorial de Frei Damião; Rua 05 – Estação Ciência; Rua 06 – Pico do Jabre; Rua 07 – Vale dos Dinossauros; Rua 08 – Serra do Jatobá; Rua 09 – Pedra de Ingá; Rua 10 – Forte de Santa Catarina; Rua 11 – Pôr-do-sol do Jacaré; Rua 12 – Porto do Capim; e Rua 13 – Cachoeira do Roncador.

Alguns destes pontos ficam em  João Pessoa, outros nas proximidades, mas tem lugares também bem distantes da capital, mas que vale uma escapada.

Farol do Cabo Branco, em João Pessoa, PB

O Farol do Cabo Branco, construído em 1972, é um dos pontos mais visitados de João Pessoa. Está entre a praia do Cabo Branco e a praia do Seixas. O projeto de Pedro Abraão Dieb reverencia uma planta de sisal – por anos a vedete da economia paraibana.

Igreja São Francisco, João Pessoa, PB

O Conjunto São Francisco (1770) é um dos mais importantes complexos barrocos do país e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan. É composto pela Igreja São Francisco e também pelo Convento de Santo Antônio. A obra possui motivos portugueses e orientais, incluindo talhas de madeira e azulejos azuis que contam a paixão de Cristo.

Mulheres ocupam 90% do XI Salão de Artesanato da Paraíba

Mais de 90% de artesãos com participação confirmada no XI Salão de Artesanato, a ser realizado 17 de dezembro deste ano a 17 janeiro de 2010, são mulheres, o que demonstra a força empreendedora da mulher paraibana.

Os dados são do Programa da Mulher liderado por Douraci Vieira, da  sub gerência de Fortalecimento Político do Programa Estadual de Políticas para Mulheres. Segundo Marielza Targino, gestora do Artesanato Paraibano “a interação entre o artesanato e o Programa das Mulheres será de grande importância para o fortalecimento das artesãs na sociedade”.

Com o tema ‘Mãos de Fibra’, a 11ª edição do Salão de Artesanato da Paraíba será realizada no Espaço Cultural José Lins do Rego e contará com cerca de 400 expositores e expositoras, representando cerca de 4 mil artesãos e artesãs de todo o Estado, entre grupos, cooperativas e associações. Este ano, uma mulher será homenageada: a artesã Maria José do Nascimento (Mestra Zefinha), da Associação Traçado de Pitimbu (PB).

Fonte: Secom (editado)

Teatro Santa Roza, em João Pessoa, faz 120 anos

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O teatro centenário tem estilo neoclássico, com influência greco-romana

O Teatro Santa Roza, que levou 37 anos para ser construído (1852 a 1889) comemorou 120 anos no último dia 3 de novembro.  Além de servir de palco para as companhias de artes cênicas, concertos, recitais e artistas de renome que ali se apresentaram, funcionou também como cine-teatro, de 1911 a 1941, e já abrigou até a Assembléia Legislativa do Estado, entre 1929 e 30.

O teatro tem estilo arquitetônico neoclássico, com influência greco-romana, possuindo colunas gregas com seus capitéis, na fachada, e esquadrias em arco pleno. Ao longo de sua história sofreu reformas que não chegaram a descaracterizá-lo, como a de 1917, no governo Camilo de Holanda, a de 1955/56, no governo José Américo, a de 1971, no governo Ernani Sátyro, e as reformas de 1979 e 1989/91, empreendidas, respectivamente, na primeira e segunda administração Tarcísio Burity. O Teatro Santa Roza é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

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O Teatro Santa Roza levou 37 anos para ser construído, de 1852 a 1889

Em novembro, o palco do teatro receberá eventos em comemoração. A Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) programou uma série de apresentações culturais, com espetáculos de teatro, dança e música.

Confira a programação.

dia 4, quarta-feira
17h Aula Pública de Balé Clássico Praça Pedro Américo
18h Grupo Folclórico do SESC Praça Pedro Américo
20h O Romance do Conquistador Palco
21h Show de Encerramento com Maria Juliana e Michel Costa Bar dos Artistas

dia 10, terça-feira
17h Aula Pública de Hip-Hop Praça Pedro Américo
18h Maria Luiza Pires Palco
18h30 Enquanto o Tempo Chega Palco
19h A Farsa do Poder Palco
20h Show de Encerramento com Mayra Montenegro no Bar dos Artistas

dia 11, quarta-feira ABERTURA OFICIAL
17h Performance da Trupe Arlequin Praça Pedro Américo
17h30 Lançamento do Livro “Santa Rosa – Um Teatro de 120 Anos”, de Fátima Araújo Teatro
18h Aula Pública de Balé Clássico Praça Pedro Américo
19h Abertura Oficial Palco
20h Beto Brito e Pinto do Acordeom Palco
20h30 Orquestra Sinfônica da Paraíba Palco
21h Renata Arruda Palco
21h30 Orquestra Sinfônica da Paraíba Palco
22h30 Show de Encerramento com Carlos Dowling Bar dos Artistas

dia 12, quinta-feira
17h Aula Pública de Dança Flamenca Praça Pedro Américo
18h Meidifêra Praça Pedro Américo
19h Coro Infantil da Paraíba
Coral da Funesc Palco
20h ESPARRELA Palco
21h Show de Encerramento com DJ INOCÊNCIO Bar dos Artistas

dia 18, quarta-feira
17h Aula Pública de Balé Clássico Praça Pedro Américo
18h Malazarte, Cancão, Trupizupe Praça Pedro Américo
19h Saída Praça Pedro Américo
20h Os Sete Mares de Antônio Palco
21h Show de Encerramento com Flamarion Bar dos Artistas

Assessoria de Imprensa da Funesc Fotos: Iphan

Cadê a pegada de dinossauro que estava em Sousa?

pegadas-dinossauro-souzaO Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) retirou uma pedra com pegadas de dinossauros do Sítio Piau, zona rural do município de Sousa. A pedra estava no Vale dos Dinossaurosna região da Bacia do Rio do Peixe, no sertão paraibano. Ela foi retirada e seria doada à Universidade Estadual da Paraíba, em Campina Grande.

A procuradora da República Lívia Maria de Sousa anulou a doação e recomendou que a pedra deve ser entregue ao museu existente no Monumento Natural Vale dos Dinossauros, em Sousa. A procuradora declarou que a extração causou prejuízo irreparável ao patrimônio cultural brasileiro, bem como à população de Sousa. Para ela, o patrimônio cultural existente em Sousa representa um instrumento de desenvolvimento dos municípios da região, incluindo as cidades vizinhas que apresentam alto índice de pobreza.

O MPF ainda deve instaurar procedimento administrativo para investigar responsabilidades pela dilapidação do patrimônio cultural do Vale dos Dinossauros, o que configura ato de improbidade administrativa.

Os sítios das pegadas de dinossauros da Bacia do Rio do Peixe, em Sousa, são reconhecidos como Monumento Natural Vale dos Dinossauros, pelo Decreto nº 23.832 de 27 de dezembro de 2002. Também existe procedimento administrativo para o Iphan tombar o Vale dos Dinossauros, mediante iniciativa do grupo de trabalho do Ministério Público Federal, para fins de posterior reconhecimento dos sítios paleontológicos existentes na Bacia do Rio do Peixe, pela Unesco, como patrimônio da humanidade.

Fonte: Defender