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Maio de 1968 em Paris é tema de exposição em João Pessoa/PB

Uma instalação no Centro Cultural Zarinha, em Tambaú, promete contar como a insurreição popular que superou barreiras étnicas, culturais, de idade e de classe em maio de 1968, em Paris. Criada por Alexandrino Filho, professor de literatura francesa da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, a Instalação – “O Poético e o Político em Maio de 68 na França” recebeu o nome de Paralelepípedos, a Praia. É composta por torres ilustradas por slogans, mais de 100 cartazes e mais de 100 imagens da época. A exposição foi apresentada pela primeira vez em maio do ano passado, no centro de vivência da UFPB e pretende colocar o público em contato com o legado ideológico do movimento.

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Segundo Alexandrino Filho, o título é um dos slogans que se usava na época, na linha do “Sejamos realistas, exijamos o impossível”. “Sob os paralelepípedos, a praia’ significa que debaixo do velho tem o novo”, que é preciso quebrar uma estrutura podre para fazer o novo surgir. Além disso, há a relação do paralelepípedo com o duro e a praia com a areia, o prazer do verão”. Ele também lembra que os paralelepípedos das ruas eram as armas dos manifestantes para enfrentar a polícia.

Até 01 de outubro. De seg. a sáb. das 14h às 21h. Av. Nego, 140, Tambaú, João Pessoa/PB

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Mostra em Paris revela estética e caos de São Paulo

sp-mon-amourAté 26 de setembro, a estética inesperada do caos, de uma cidade múltipla considerada a maior metrópole latino-americana,  pode ser vista em Paris. A exposição São Paulo, Mon Amour reúne nove artistas brasileiros — fotógrafos, grafiteiros, pixadores, videastas, artista plástico e ilustrador.
A cidade é vista na ótica e na obra de Rogerio Canella, Ludovic Carème, Alessandra Cestac, Xavier Faltot, Gal Oppido, Alexandre Orion, Caecilia Tripp, Zezão e Wagner & Ricardinho.
O projeto recebeu apoio do Ministério da Cultura, por meio do edital de Seleção de Passagens Aéreas com recursos do Fundo Nacional da Cultura, e da ação Fomento a Grupos e Redes da Diversidade Cultural Brasileira da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC).

A exposição tem entrada gratuita na Maison des Métallos (Casa dos Metalúrgicos – 95 Rue Jean Pierre Timbaud 75011), espaço cultural mantido pela Prefeitura de Paris, que constitui um lugar histórico dos metalúrgicos franceses e dos movimentos de resistência política na França. Depois de Paris, a exposição deverá ser mostrada no Brasil, em local ainda a ser definido.

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Fonte: Minc

Pichadores brasileiros são destaque na França

Djan Ivson, 25, conhecido como Cripta, foi convidado a pichar a Fundação Cartier, como parte da mostra “Nascido nas Ruas – Grafite”. Ele começou a fazer pichação os 12 anos e parou em 2004, quando passou a apenas registrar a ação de seus colegas em vídeo. São dele quase metade das imagens do documentário “Pixo”, dos irmãos Roberto T. Oliveira e João Wainer, que também será exibido na retrospectiva mundial sobre grafite. A pichação paulistana será a novidade da exposição. A mostra é, na verdade, registro histórico do movimento, com homenagens a Basquiat e Haring.

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