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Festa, música e artes visuais no Núcleo de Arte Contemporânea da UFPB

Criado na década de 70, o Núcleo de Arte Contemporânea da Universidade Federal da Paraíba – UFPB ganhou rapidamente expressão nacional e internacional. A partir da década de 80, tornou-se um gigante adormecido. Aos poucos, os professores Marta Penner e Marco Aurélio tentam sacudir o espaço, envolvendo artistas e comunidade.

Neste domingo a novidade é a ação denominada “Domingo é lindo!” que vai reunir música e artes visuais no casarão. A festa começa às 16h30. Tem lançamento do livro, show e bar com DJ e projeções.

O NAC fica em João Pessoa-PB na Rua das Trincheiras, 275, no Centro.

Pausa nos estudos para um mergulho no artesanato

MariaLucia+LucianaMaria Lúcia é de Rio Branco/AC. Luciana é de Campina Grande/PB. São colegas de mestrado na Universidade Federal da Paraíba – UFPB. Aproveitaram o feriadão do dia 12 pra passear no Mercado de Artesanato, em Tambaú. Maria Lúcia não resistiu e se jogou nas peças da Babel das Artes.

Levou um par brinco de rosa feita com escamas de peixe e vários ímãs pra geladeira: de cerâmica, feito pelo pernambucano Márcio Freire; pintado à mão na casca da árvore do cajá, do gaúcho/paraibano Luiz Rojas; de MDF, da artista plástica paraibana Analice Uchôa. Da Analice, ela levou também dois jogos de porta-copos, com cenas tiradas de quadros da artista: “Os casarões da minha cidade” e “Morro Velho”.

Foi embora feliz da vida, prometendo voltar. Até breve.

Um passeio pelo castelo de Montaigne na Paraíba

Uma reprodução do castelo de Michel de Montaigne, uma bibloteca de seis metros de altura construída na Universidade Federal da Paraíba – UFPB, em João Pessoa, foi chancelado no roteiro de eventos sobre o Ano da França no Brasil (França.br).

A torre é réplica do local onde o escritor e filósofo escreveu seus Ensaios, em 1580.  Como na original, chama a atenção as diversas frases escritas no teto. A obra de Montaigne, um dos precursores do mito do bom selvagem, discute, entre outras questões, o genocídio dos povos indígenas do continente americano e a injustiça social.

A torre foi idealizada pelo professor José Alexandrino de Sousa Filho e montada com a colaboração de professores dos cursos de Engenharia Mecânica, Artes e Arquitetura, além de técnicos da UFPB.

Visitação aberta de 21 de abril a 31 de maio.

Capim dourado para impressionar

Neide é baiana, mas há alguns anos vive em João Pessoa com o objetivo de concluir o seu Doutorado na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Em busca de um presente especial para enviar para o Canadá, sem pestanejar escolheu o exclusivo e cobiçado colar de Vânia Padilha, feito com Capim Dourado e pedras brasileiras. Como ninguém resiste a um bijoux artesanal, Neide também se presenteou com um colar de madeira pintado à mão da coleção de Vera Brito.

As designers são de Recife, PE.

Visita de amiga VI

Isabel acaba de chegar de mala e cuia em João Pessoa/PB. Quer dizer, ela veio tomar posse como professora na Universidade Federal da Paraiba – UFPB, mas ainda não conseguiu trazer a cuia, nem a mudança. Voltou para o Rio Grande do Sul e, logo, estará de volta para tricotar, filosofar e compartilhar a cidade com a gente.